The Beauty of the Lord’s Supper

by | Apr 30, 2024 | Uncategorized | 0 comments

By Ralph Neighbour Jr., Where Do We Go From Here 

The Lord’s Supper became precious to the cell groups from their very first gatherings. It was a constant reminder of the place and the cost of their birth and their life.

Well-meaning believers have often turned this ordinance into a trite, emotionless ritual of church life. In the method of intinction, people kneel in rows at an altar. There is no awareness of community as people come and go from seats to the kneeling pads. In the congregational method, the closest thing to intimacy among participants is impersonally passing a tray down the row to the person on your right. God intended it to be more.

This ordinance was instituted in the upper room of a house with 13 persons who had lived in community together. It was not meant to become a sacrament. It was not intended to be cut off from its meaning. It is the activity of a community, which means the activity of a cell group. Where is there any scriptural justification for its use in large clumps of Christians?

It was meant for use in small groups where there is community, where there is a sense of Christ as the Head. It takes the church back to its beginnings, reminding it over and over of the place and the costliness of its birth. It was, indeed, a unique “birthday party” as the early church shared it with one another.

In the early church it was a part of the Agape Feast held by the cells. In Paul’s Idea Of Community, Robert Banks explains that each time a cell gathered, the common meal would begin with the breaking of the bread and close with the passing of the cup, a Passover tradition which had been carried on for centuries. Thus, the “love feast” began and ended with a reminder that the life of this ecclesia began at the cross.

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Portuguese blog:

A Beleza da Ceia do Senhor
por Ralph Neighbor Jr.,  Where Do We Go From Here 

A Ceia do Senhor tornou-se preciosa para as células desde as primeiras reuniões. Era um lembrete constante do lugar e do custo de seu nascimento e de sua vida.

Crentes bem-intencionados muitas vezes transformaram esta ordenança num ritual banal e sem emoção da vida da igreja. No método de intinção, as pessoas se ajoelham em fileiras diante de um altar. Não há consciência da comunidade enquanto as pessoas vão e vêm dos assentos para os ajoelhados. No método congregacional, a coisa mais próxima da intimidade entre os participantes é passar impessoalmente uma bandeja na fileira para a pessoa à sua direita. Deus pretendia que fosse mais.

Esta portaria foi instituída no cenáculo de uma casa com 13 pessoas que viviam juntas em comunidade. Não foi feito para se tornar um sacramento. Não se pretendia que fosse cortado do seu significado. É a atividade de uma comunidade, o que significa a atividade de uma célula. Onde há alguma justificativa bíblica para seu uso em grandes grupos de cristãos?

Foi concebido para ser usado em pequenos grupos onde existe comunidade, onde existe um sentimento de Cristo como o Cabeça. Isso leva a igreja de volta aos seus primórdios, lembrando-a continuamente do lugar e do custo de seu nascimento. Foi, de fato, uma “festa de aniversário” única, pois a igreja primitiva a compartilhou entre si.

Na igreja primitiva fazia parte da Festa Ágape realizada pelas células. Na Idéia de Comunidade de Paulo, Robert Banks explica que cada vez que uma célula se reunia, a refeição comum começava com a fração do pão e terminava com a passagem do cálice, uma tradição da Páscoa que foi mantida durante séculos. Assim, a “festa do amor” começou e terminou com a lembrança de que a vida desta eclésia começou na cruz.

Spanish blog:

La belleza de la Cena del Señor
por Ralph Neighbour Jr., Where Do We Go From Here 

La Cena del Señor se convirtió en algo precioso para los grupos celulares desde sus primeras reuniones. Era un recordatorio constante del lugar y el costo de su nacimiento y su vida.

A menudo, creyentes bienintencionados han convertido esta ordenanza en un ritual trillado y carente de emoción de la vida de la iglesia. En el método de la intinción, la gente se arrodilla en filas ante un altar. No hay conciencia de comunidad cuando la gente va y viene de los asientos a los reclinatorios. En el método congregacional, lo más parecido a la intimidad entre los participantes es pasar impersonalmente una bandeja por la fila a la persona de tu derecha, Dios quiso que fuera más.

Esta ordenanza se instituyó en la habitación superior de una casa con 13 personas que habían vivido juntas en comunidad, no estaba destinada a convertirse en un sacramento. No estaba destinado a ser cortado de su significado. Es la actividad de una comunidad, lo que significa la actividad de un grupo celular. ¿Dónde hay alguna justificación bíblica para su uso en grandes grupos de cristianos?

Fue concebida para ser usada en pequeños grupos donde hay comunidad, donde hay un sentido de Cristo como Cabeza. Lleva a la iglesia de vuelta a sus comienzos, recordándole una y otra vez el lugar y el coste de su nacimiento. Fue, de hecho, una «fiesta de cumpleaños» única, ya que la Iglesia primitiva la compartió con los demás.

En la Iglesia primitiva formaba parte de la Fiesta del Ágape que celebraban las células. En Paul’s Idea Of Community (La idea de Pablo de una Comunidad), Robert Banks explica que cada vez que se reunía una célula, la comida común comenzaba con la fracción del pan y terminaba con el reparto de la copa, una tradición pascual que se había mantenido durante siglos. Así, la «fiesta del amor» comenzaba y terminaba recordando que la vida de esta ecclesia comenzaba en la cruz.

Ralph Neighbour, Jr.

Ralph Neighbour, Jr.

Author, Where Do We Go From Here 

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