When Good Visions Compete: Why Unity Is Essential for Cell Church Growth (Part 1)

by | Jul 28, 2025 | Leadership, Trials in Cell Ministry | 0 comments

By Scott Boren, For more on Spiritual Formation and Spiritual Leadership, visit Scott’s blog: https://thejesuscafe.wordpress.com.

“Where there are two visions, there is division.” These words from Dion Robert, pastor of the 150,000-member Works and Mission Baptist Church in the Ivory Coast, hit home. As the body of Christ, the church is called to move in unity. But when different parts of the body start pulling in separate directions, the result isn’t more ministry—it’s confusion and fragmentation.

In this two-part series, I want to help pastors and leaders recognize the danger of competing visions and take steps toward a unified, Spirit-led direction—especially when transitioning to a cell-based model of church.

1. Competing Visions Create Division

Too many churches remain stagnant—not because they lack vision, but because they have too many. Bill Beckham refers to this as the “fragmented vision barrier.” Different ministries—each with its own passion—pull the church in various directions: Bible study, women’s ministry, children’s work, worship teams, social causes. The result? A balkanized church, where everyone builds their own kingdom and guards their own turf.

Cell-based churches thrive when the entire body unites around one vision. That’s not to say there’s no room for diversity of gifts or passions—but all must flow from and point to the same purpose.

2. Start with a God-Sized Vision

Churches often default to a program-driven model because they lack a compelling vision big enough to unite people. Ephesians 4 reminds us that pastors and leaders exist to equip the saints and build up the body until we reach unity in the faith. Leaders are not facilitators of scattered programs—they’re vision-casters of what God wants to do through His people.

I remember a church where committed leaders gave little time to the church itself. They were actively involved in parachurch ministries—not because they were rebellious—but because those ministries had a compelling, transformative vision. The local church simply didn’t.

If you’re going to lead your church in a unified direction—such as transitioning to a cell ministry—it begins with receiving a vision from God that grips you and stirs your soul. You can’t align others until the vision has taken hold of you.

3. Identify the Competing Visions

Many churches run on autopilot. Wednesday night has looked the same for 20 years: youth worship in one room, choir practice in another, Bible study in yet another. But do these activities support a larger vision—or exist to maintain tradition?

It’s time to ask hard questions:

  • What’s the vision of our youth ministry?
  • What’s the purpose of Sunday School?
  • Are our worship services built around transformation or performance?
  • Do men’s and women’s programs support the church’s direction—or run parallel to it?

By naming the existing “mini-visions,” we begin to see where alignment is needed.

4. Who Carries These Visions?

Every ministry has a leader who breathes life into it. These are the “vision carriers.” Some are gatekeepers. Others are potential allies.

Ask:

  • Who is most open to change?
  • Who’s frustrated with the status quo?
  • Who carries influence across the whole church? (Your “E.F. Huttons”)

Don’t push these leaders aside. Build relationships. Listen well. They may be your greatest allies in the journey ahead.

Tomorrow in Part 2,  we’ll explore how to evaluate your current programs, build leadership trust, and introduce the cell vision in a way that invites buy-in—not resistance.

Call to Action

What “mini-visions” exist in your church right now? This week, prayerfully identify them—and ask God to begin aligning your heart with His overarching purpose.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Quando Boas Visões Competem: Por Que a Unidade é Essencial para o Crescimento da Igreja em Células (Parte 1)
por Scott Boren. Para mais informações sobre Formação Espiritual e Liderança Espiritual, visite o blog de Scott: https://thejesuscafe.wordpress.com

“Onde há duas visões, há divisão.” Estas palavras de Dion Robert, pastor da Igreja Batista Obras e Missão, com 150.000 membros na Costa do Marfim, são impactantes. Como corpo de Cristo, a igreja é chamada a se mover em unidade. Mas quando diferentes partes do corpo começam a se mover em direções diferentes, o resultado não é mais ministério — é confusão e fragmentação.

Nesta série de duas partes, quero ajudar pastores e líderes a reconhecer o perigo de visões conflitantes e a dar passos em direção a uma direção unificada e guiada pelo Espírito — especialmente na transição para um modelo de igreja baseado em células.

1. Visões Concorrentes Criam Divisão
Muitas igrejas permanecem estagnadas — não por falta de visão, mas por terem visão demais. Bill Beckham se refere a isso como a “barreira da visão fragmentada”. Diferentes ministérios — cada um com sua própria paixão — puxam a igreja em várias direções: estudo bíblico, ministério feminino, trabalho infantil, grupos de louvor, causas sociais. O resultado? Uma igreja balcanizada, onde cada um constrói seu próprio reino e protege seu próprio território.

Igrejas baseadas em células prosperam quando todo o corpo se une em torno de uma visão. Isso não quer dizer que não haja espaço para a diversidade de dons ou paixões — mas todos devem fluir e apontar para o mesmo propósito.

2. Comece com uma Visão do Tamanho de Deus
As igrejas frequentemente adotam um modelo orientado por programas porque não têm uma visão convincente, grande o suficiente para unir as pessoas. Efésios 4 nos lembra que pastores e líderes existem para equipar os santos e edificar o corpo até que alcancemos a unidade na fé. Líderes não são facilitadores de programas dispersos — eles são lançadores da visão do que Deus quer fazer por meio de Seu povo.

Lembro-me de uma igreja onde líderes comprometidos dedicavam pouco tempo à igreja em si. Eles estavam ativamente envolvidos em ministérios paraeclesiásticos — não porque fossem rebeldes — mas porque esses ministérios tinham uma visão convincente e transformadora. A igreja local simplesmente não tinha.

Se você vai liderar sua igreja em uma direção unificada — como a transição para um ministério de células — isso começa com o recebimento de uma visão de Deus que o cativa e toca sua alma. Você não pode alinhar os outros até que a visão o tenha conquistado.

3. Identifique as Visões Concorrentes
Muitas igrejas funcionam no piloto automático. A noite de quarta-feira tem sido a mesma há 20 anos: culto dos jovens em uma sala, ensaio do coral em outra, estudo bíblico em outra ainda. Mas essas atividades apoiam uma visão maior — ou existem para manter a tradição?

É hora de fazer perguntas difíceis:

  • Qual é a visão do nosso ministério de jovens?
  • ual é o propósito da Escola Dominical?
  • Nossos cultos são construídos em torno da transformação ou da performance?

Os programas para homens e mulheres apoiam a direção da igreja — ou ocorrem paralelamente a ela?

Ao nomear as “minivisões” existentes, começamos a ver onde o alinhamento é necessário.

4. Quem carrega essas visões?
Todo ministério tem um líder que lhe dá vida. Esses são os “portadores da visão”. Alguns são guardiões. Outros são aliados em potencial.

Pergunte:

  • Quem está mais aberto a mudanças?
  • Quem está frustrado com o status quo?
  • Quem exerce influência em toda a igreja? (Seus “E.F. Huttons”)

Não deixe esses líderes de lado. Construa relacionamentos. Ouça com atenção. Eles podem ser seus maiores aliados na jornada que tem pela frente.

Amanhã, na Parte 2, exploraremos como avaliar seus programas atuais, construir confiança na liderança e apresentar a visão da célula de uma forma que convide à adesão — e não à resistência.

Chamada para Ação
Quais “minivisões” existem em sua igreja neste momento? Esta semana, identifique-as em espírito de oração — e peça a Deus que comece a alinhar seu coração com o Seu propósito abrangente.

Spanish blog:

Cuando las buenas visiones compiten: Por qué la unidad es esencial para el crecimiento de la iglesia celular (Parte 1)

Por Scott Boren. Para más información sobre formación espiritual y liderazgo espiritual, visite el blog de Scott: https://thejesuscafe.wordpress.com.

“Donde hay dos visiones, hay división”. Estas palabras de Dion Robert, pastor de la Iglesia Bautista Works and Mission, con 150 000 miembros en Costa de Marfil, dan en el clavo. Como cuerpo de Cristo, la iglesia está llamada a moverse en unidad. Pero cuando diferentes partes del cuerpo comienzan a tirar en direcciones opuestas, el resultado no es más ministerio, sino confusión y fragmentación.

En esta serie de dos partes, quiero ayudar a los pastores y líderes a reconocer el peligro de las visiones contrapuestas y a dar pasos hacia una dirección unificada y guiada por el Espíritu, especialmente cuando se pasa a un modelo de iglesia basado en células.

1. Las visiones contrapuestas crean división

Demasiadas iglesias permanecen estancadas, no porque carezcan de visión, sino porque tienen demasiadas. Bill Beckham se refiere a esto como la “barrera de la visión fragmentada”. Los diferentes ministerios, cada uno con su propia pasión, empujan a la iglesia en diversas direcciones: estudio bíblico, ministerio de mujeres, trabajo con niños, equipos de adoración, causas sociales. ¿El resultado? Una iglesia balcanizada, donde cada uno construye su propio reino y defiende su propio territorio.

Las iglesias basadas en células prosperan cuando todo el cuerpo se une en torno a una sola visión. Eso no quiere decir que no haya lugar para la diversidad de dones o pasiones, pero todo debe fluir y apuntar al mismo propósito.

2. Comience con una visión del tamaño de Dios

Las iglesias a menudo recurren a un modelo impulsado por programas porque carecen de una visión convincente lo suficientemente grande como para unir a las personas. Efesios 4 nos recuerda que los pastores y líderes existen para equipar a los santos y edificar el cuerpo hasta que alcancemos la unidad en la fe. Los líderes no son facilitadores de programas dispersos, sino transmisores de la visión de lo que Dios quiere hacer a través de su pueblo.

Recuerdo una iglesia en la que los líderes comprometidos dedicaban poco tiempo a la iglesia en sí. Participaban activamente en ministerios paraeclesiásticos, no porque fueran rebeldes, sino porque esos ministerios tenían una visión convincente y transformadora. La iglesia local simplemente no la tenía.

Si vas a guiar a tu iglesia en una dirección unificada, como la transición a un ministerio celular, debes comenzar por recibir una visión de Dios que te cautive y conmueva tu alma. No puedes alinear a los demás hasta que la visión te haya cautivado.

3. Identifica las visiones contrapuestas

Muchas iglesias funcionan en piloto automático. Los miércoles por la noche han sido iguales durante 20 años: los jóvenes adoran en una sala, el coro ensaya en otra y el estudio bíblico se lleva a cabo en otra más. Pero, ¿estas actividades apoyan una visión más amplia o existen para mantener la tradición?

Es hora de hacer preguntas difíciles:

  • ¿Cuál es la visión de nuestro ministerio juvenil?
  • ¿Cuál es el propósito de la escuela dominical?
  • ¿Nuestros servicios de adoración se basan en la transformación o en la actuación?
  • ¿Los programas para hombres y mujeres apoyan la dirección de la iglesia o funcionan en paralelo an ella?

Al nombrar las “mini visiones” existentes, comenzamos a ver dónde es necesario alinearse.

4. ¿Quién lleva estas visiones?

Cada ministerio tiene un líder que le da vida. Estos son los “portadores de la visión”. Algunos son guardianes. Otros son aliados potenciales.

Pregunte:

  • ¿Quién está más abierto al cambio?
  • ¿Quién está frustrado con el statu quo?
  • ¿Quién tiene influencia en toda la iglesia? (Sus «E. F. Huttons»)

No deje de lado a estos líderes. Establezca relaciones, escuche atentamente. Pueden ser sus mejores aliados en el camino que tiene por delante.

Mañana, en la segunda parte, exploraremos cómo evaluar sus programas actuales, generar confianza en el liderazgo e introducir la visión celular de una manera que invite a la aceptación, no a la resistencia.

Llamado a la acción

¿Qué “mini visiones” existen en su iglesia en este momento? Esta semana, identifíquelas en oración y pídale a Dios que comience a alinear su corazón con Su propósito general.

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Scott Boren writes on Spiritual Formation and Spiritual Leadership. For more information, visit Scott’s blog: https://thejesuscafe.wordpress.com

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