By Jeff Tunnell, JCG board member, pastor emeritus, and cell church advocate
In today’s rapidly changing world, more people live in cities than ever before. Traditional extended families are giving way to smaller nuclear families, and a globalized economy champions individual achievement and consumer choice. We often approach faith within this context—as a private relationship between “me and Jesus,” with the local church seen as a convenient, yet ultimately optional, service provider.
But what if this focus on the individual is fundamentally at odds with the New Testament’s vision for Christian life? Joseph Hellerman, in his eye-opening book When the Church Was a Family, argues precisely this. By examining the socio-historical context of the first century, Hellerman challenges us to abandon this isolated mindset and recover the early church’s radical identity: a genuine, tightly knit surrogate family.
The Group Came First
The Mediterranean world of Jesus and the apostles was a collectivist society where the group took priority over the individual. A person’s identity, security, and well-being were inextricably tied to their kinship group, with the blood family being the primary source of loyalty.
When Jesus called followers to his new movement, he wasn’t just offering an individual relationship; he was establishing a new, primary group. He called them to exchange loyalty to their natural kin for unswerving loyalty to their new spiritual one—the family of God. To follow Christ was to join a new family of brothers and sisters. Becoming part of a new family wasn’t a minor metaphor; it was a profound social and spiritual re-ordering that demanded absolute, shared commitment.
Four Pillars of Global Community
The book provides a powerful challenge to contemporary consumer-driven Christianity, which often asks, “What can the church offer me?” Instead, Hellerman points us to four key values that characterized this early church family, offering a blueprint for authentic community everywhere:
1. Material Solidarity: They practiced the tangible sharing of resources. Family members don’t let family members go without, reflecting a commitment that transcends personal borders.
2. Affective Solidarity: This is the deep, emotional bond of a shared heart. It’s a closeness that provides true companionship and weathers life’s inevitable challenges together.
3. Family Unity: They expected interpersonal harmony and the absence of discord. This commitment meant actively working through conflict, recognizing that you don’t abandon your family over a fight; you stay and mature together.
4. Family Loyalty: This is the ultimate commitment to the spiritual group above all others. It means viewing your local church family as a sacred entity, prioritizing its welfare and mission over purely private or individual interests.
The Crucible of Global Growth
Hellerman’s core message is a universal truth: spiritual formation occurs primarily in the context of committed community. We only become who God intends us to be when we prioritize the mission and health of the group.
For many around the globe, this requires a fundamental shift in perspective. It means planting deep roots in a local body, enduring the messiness of real, cross-cultural relationships, and actively choosing “us” over “me.”
Reclaiming the vision of When the Church Was a Family means committing to one another as only a family can—with unwavering loyalty, sacrificial sharing, and a mutual pursuit of unity that powerfully demonstrates the gospel to the whole world.
Meditate on: Acts 2:44-47, 4:32-35
Jeff
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Recuperando a visão de Jesus para a Igreja como Família.
Jeff Tunnell, Membro do Conselho do JCG, pastor emérito e ativista do movimento celular
No mundo que muda tudo muito rapidamente, cada vez mais pessoas moram nas cidades. As tradicionais famílias estendidas estão sendo substituídas por famílias nucleares e menores e a economia globalizada privilegia as conquistas individuais e as escolhas dos consumidores. Frequentemente encaramos a fé neste mesmo contexto, como uma relação particular entre “Jesus e eu”, e a Igreja é vista como um provedor de serviço que apesar de conveniente, em última análise é algo opcional.
Mas e se este foco no indivíduo estivesse fundamentalmente contrário à visão do Novo Testamento para a vida cristã? O autor Joseph Hellerman, em seu livro “When the Church was a Family” (“Quando a Igreja era uma Família” em tradução livre), traz um argumento exatamente sobre isso.
Ao examinar o contexto histórico e social do primeiro século, Hellerman nos desafia a abandonar esta lógica isolacionista e recuperar a identidade radical da igreja primitiva: uma família genuína, costurada bem apertada uns aos outros.
A Prioridade era do Grupo
O mundo mediterrâneo de Jesus e seus apóstolos era uma sociedade coletiva em que o grupo tinha prioridade sobre o indivíduo. A identidade, segurança e bem-estar do indivíduo era inseparavelmente ligada ao grupo do indivíduo e a família de sangue era a fonte primária de lealdade.
Quando Jesus chamou seguidores a este novo movimento Ele não estava simplesmente oferecendo um relacionamento individual, Ele estava estabelecendo um novo grupo primário. O chamado de Jesus era para trocar a lealdade da família de sangue para uma lealdade à família espiritual, a família de Deus. Seguir a Cristo significava unir-se a uma nova família, de irmãos e irmãs. Tornar-se parte desta nova família não era uma simples metáfora, isso demandava um profundo reordenamento social e espiritual, e demandava compromisso absoluto.
Os Quatro Pilares da Comunidade Global
O livro faz um desafio poderoso ao Cristianismo contemporâneo, voltado para o consumo, que frequentemente faz o seguinte questionamento: “O que a Igreja pode me oferecer?”. Ao invés disso, Hellerman descreve quatro valores chave que caracterizavam esta família da igreja primitiva, oferecendo um projeto claro para uma comunidade autêntica que pode existir em qualquer local:
1. Solidariedade Material: Eles praticavam um compartilhamento pragmático de recursos. Os membros da família não permitem que recursos faltem aos demais membros, o que reflete um compromisso que transcende as fronteiras do que é pessoal.
2. Solidariedade Afetiva: Isso é representado pela conexão profunda e emocional de um coração compartilhado. É estar perto de tal maneira que a companhia verdadeira se torna capaz de enfrentar juntos os desafios inevitáveis da vida.
3. Unidade Familiar: Eles tinham a expectativa de harmonia interpessoal e de ausência de discórdia. Este compromisso significava que eles trabalhariam juntos ao longo de um conflito, reconhecendo o fato de que você não pode abandonar sua família em meio à luta. Você permanece com eles e juntos amadurecem.
4. Lealdade Familiar: Este é o compromisso final com o grupo espiritual, que está acima de qualquer outro. Significa encarar a família da igreja local como uma entidade santa, priorizando o bem-estar e a missão desta família, em detrimento de interesses particulares ou individuais.
O Conflito do Crescimento Global
A mensagem central de Hellerman é uma verdade universal: a formação espiritual acontece primariamente no contexto de uma comunidade comprometida. Somente quando priorizamos a missão e a saúde do grupo nós podemos nos tornar aquilo que Deus quer de nós.
Para muitas pessoas ao redor do globo, isso vai requerer uma mudança fundamental de perspectiva. Isso significa plantar profundas raízes no corpo local, vencendo as dificuldades dos relacionamentos reais, que ultrapassam culturas, e ativamente escolhendo o “nós” em detrimento do “eu”.
Recuperar a visão de Quando a Igreja era uma Família significa comprometermo-nos uns com os outros como somente uma família pode fazer, com lealdade completa, compartilhar sacrificial e uma busca mútua pela unidade que pode testemunhar de maneira poderosa o evangelho a todo o mundo.
Medite nos textos de Atos 2:44-47 e 4:32-35
Jeff
Spanish blog:
Retomando la visión de Jesús para la Iglesia como familia
Por Jeff Tunnell, miembro de la junta de JCG, pastor emérito y defensor de la iglesia celular
En el mundo actual, que cambia rápidamente, más personas que nunca viven en ciudades. Las familias extensas tradicionales están dando paso a familias nucleares más pequeñas, y la economía globalizada promueve el logro individual y la libertad de elección del consumidor. A menudo abordamos la fe en este contexto: como una relación privada entre “Jesús y yo”, en la que la iglesia local se considera un proveedor de servicios conveniente, aunque en última instancia opcional.
Pero ¿y si este enfoque individual contradice fundamentalmente la visión del Nuevo Testamento sobre la vida cristiana? Joseph Hellerman, en su revelador libro «Cuando la Iglesia era una familia» , argumenta precisamente esto. Al examinar el contexto sociohistórico del siglo I, Hellerman nos reta a abandonar esta mentalidad aislada y a recuperar la identidad radical de la iglesia primitiva: una familia sustituta auténtica y unida.
El grupo vino primero
El mundo mediterráneo de Jesús y los apóstoles era una sociedad colectivista donde el grupo primaba sobre el individuo. La identidad, la seguridad y el bienestar de una persona estaban inextricablemente ligados a su grupo de parentesco, siendo la familia de sangre la principal fuente de lealtad.
Cuando Jesús llamó a sus seguidores a su nuevo movimiento, no solo les ofrecía una relación individual; establecía un nuevo grupo principal. Los llamó a cambiar la lealtad a su parentesco natural por una lealtad inquebrantable a su nueva familia espiritual: la familia de Dios. Seguir a Cristo era unirse a una nueva familia de hermanos y hermanas. Formar parte de una nueva familia no era una metáfora menor; era una profunda reorganización social y espiritual que exigía un compromiso absoluto y compartido.
Cuatro pilares de la comunidad global
El libro plantea un poderoso desafío al cristianismo contemporáneo, impulsado por el consumo, que a menudo se pregunta: “¿Qué puede ofrecerme la iglesia?”. En cambio, Hellerman nos señala cuatro valores clave que caracterizaron a esta familia eclesial primitiva, ofreciendo un modelo para una auténtica comunidad en todas partes:
1. Solidaridad material: Practicaban el compartir de recursos tangibles . Los miembros de la familia no dejan que sus familiares carezcan de nada, lo que refleja un compromiso que trasciende las fronteras personales.
2. Solidaridad afectiva: Es el vínculo profundo y emocional de un corazón compartido. Es una cercanía que brinda verdadera compañía y nos permite afrontar juntos los inevitables desafíos de la vida.
3. Unidad familiar: Esperaban armonía interpersonal y ausencia de discordia. Este compromiso implicaba resolver activamente los conflictos, reconociendo que no se abandona a la familia por una pelea; se permanece y madura juntos.
4. Lealtad Familiar: Este es el compromiso fundamental con el grupo espiritual por encima de todos los demás. Significa considerar a la familia de la iglesia local como una entidad sagrada, priorizando su bienestar y misión por encima de intereses puramente privados o individuales.
El crisol del crecimiento global
El mensaje central de Hellerman es una verdad universal: la formación espiritual ocurre principalmente en el contexto de una comunidad comprometida. Solo nos convertimos en quienes Dios quiere que seamos cuando priorizamos la misión y la salud del grupo.
Para muchas personas en todo el mundo, esto requiere un cambio fundamental de perspectiva. Significa arraigarse profundamente en una comunidad local, soportar el caos de las relaciones interculturales reales y elegir activamente el “nosotros” en lugar del “yo”.
Recuperar la visión de cuando la Iglesia era una familia significa comprometernos unos con otros como sólo una familia puede hacerlo: con lealtad inquebrantable, compartir con sacrificio y una búsqueda mutua de unidad que demuestre poderosamente el evangelio a todo el mundo.
Medita en: Hechos 2:44-47, 4:32-35
Rl de Hellerman es una verdad universal: la formación espiritual ocurre principalmente en el contexto de una comunidad comprometida. Solo llegamos a ser lo que Dios desea cuando priorizamos la misión y la salud del grupo.
Para muchos alrededor del mundo, esto requiere un cambio fundamental de perspectiva. Significa echar raíces profundas en un cuerpo local, soportar el desorden de las relaciones reales e interculturales, y elegir activamente el “nosotros” por encima del “yo”.
Recuperar la visión de Cuando la Iglesia Era una Familia implica comprometernos unos con otros como solo una familia puede hacerlo: con lealtad inquebrantable, generosidad sacrificial y una búsqueda mutua de unidad que demuestra poderosamente el evangelio al mundo entero.
Medita en: Hechos 2:44-47; 4:32-35
Jeff


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