By Michelle Geoffrey, cell pastor at www.celebrationchurch.org
This January marks fifteen years of professional ministry for me—and more than a decade of serving in the church before that. Through every transition, role, and season, one passion has remained steady: cell groups. I believe in them to my core. My team and I often remind each other, “Jesus was in a small group—why aren’t you?” It’s our way of staying focused on the heart of our calling.
Over the past twelve months, I’ve watched God move through our groups in remarkable ways:
- A group filled a mother’s pantry while her husband battled cancer.
- A young woman—lonely because of past choices—found sisters who welcomed her without judgment.
- An older man wrestling with his eternal destiny was discipled and baptized.
- A family on the brink of collapse found hope through others who had walked similar roads.
- A woman who doubted she could ever make a difference stepped into leadership and launched her own group.
At Celebration, we call our cell groups Life Groups—because they truly breathe life into those who join them. Young and old, men and women, wealthy and struggling, all find themselves woven together into the tapestry of Christ’s Body. They don’t just become friends; they become family. Freedom is discovered. Peace is experienced. Lives are restored.
Our groups aren’t perfect—but neither were the twelve ordinary, quirky men who walked with Jesus. Yet God used that rag-tag group to turn the world upside down with the message we still proclaim today.
As we look toward the coming year, one of our greatest needs is strengthening our coaching structure. We don’t want to assign coaches simply because someone is a strong Life Group leader. Coaches must be developed, discipled, and raised up naturally through multiplication and proven ministry fruit. Still, when there is a shortage, the challenge becomes clear: How do we intentionally cultivate the next generation of coaches while keeping the process organic and Spirit-led?
Our long-term goal is simple yet profound: to build a structure that will outlast any building. A structure where more people can find Christ, experience transformation, and receive the support they need to walk in their new life—because the old life doesn’t fit them anymore.
Life Groups are where this happens. They are where people are known, loved, healed, challenged, and sent. And I am more convinced than ever that Jesus still uses small groups to change the world—one life at a time.
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Portuguese blog:
Soprando Vida na Igreja por meio das Células
Michelle Geoffrey, cell pastor at www.celebrationchurch.org
No próximo mês de janeiro eu completo 15 anos da minha carreira profissional no ministério pastoral, somado a mais de uma década de serviço à igreja antes disso. Ao longo de cada transição, cada posição e cada estação, uma paixão permaneceu constante: as células. Eu acredito nelas com todo meu ser. Minha equipe e eu nos relembramos frequentemente: “Jesus estava em uma célula, porquê você não está também?” É a nossa maneira de permanecermos focados naquilo que é o coração do nosso chamado.
Nestes últimos doze meses, pude testemunhar o mover de Deus por meio de nossas células de maneira notável:
- Uma das células se encarregou de manter a despensa de uma mãe abastecida enquanto seu marido lutava contra o câncer.
- Uma jovem mulher, solitária por conta de escolhas do seu passado, encontrou irmãs que a acolheram sem nenhum julgamento.
- Um senhor de idade que lutava com a ideia de onde seria seu destino na eternidade foi discipulado e batizado.
- Uma família que estava a ponto de se despedaçar encontrou esperança em outras pessoas que caminharam por caminhos semelhantes.
- Uma mulher que duvidava que sua vida poderia fazer diferença deu um passo na liderança e passou a liderar sua própria célula.
Na Igreja Celebration chamamos nossas células de Grupos de Vida porque elas verdadeiramente sopram vida naqueles que se reúnem. Homens e mulheres jovens e idosos, saudáveis e lutando na área da saúde, todos se percebem como parte de um só tecido no Corpo de Cristo. Eles não se tornam apenas amigos, eles se tornam uma família. Eles descobrem a liberdade. Eles experimentam a Paz. Vidas são restauradas.
Nossos grupos não são perfeitos, mas aquele grupo de doze homens estranhos que andavam com Jesus também não era. Ainda assim, Deus usou aqueles conjunto de trapos para virar o mundo de cabeça para baixo com a mesma mensagem que ainda hoje também proclamamos.
Ao olharmos para o ano que vai começar, uma das nossas maiores necessidades é o fortalecimento da estrutura de supervisão. Não queremos indicar supervisores simplesmente porque alguém é um líder de célula forte. Os supervisores precisam ser desenvolvidos, discipulados e levantados de uma maneira natural por meio da multiplicação e provados por um ministério frutífero. Ainda assim, quando sentimos falta de supervisores e desafio parece ficar mais claro: Como poderemos cultivar a próxima geração de supervisores de maneira intencional e ao mesmo tempo mantermos o processo orgânico e liderado pelo Espírito Santo?
Nosso objetivo de longo prazo é simples, mas é profundo: construir uma estrutura que permaneça muito além de qualquer prédio. Uma estrutura onde mais pessoas possam encontrar a Cristo, experimentar uma transformação e receber o apoio que precisam para caminhar em sua nova vida, pois a vida antiga simplesmente não serve mais neles.
Isso acontece nos Grupos de Vida. É lá que as pessoas são conhecidas, amadas, curadas, desafiadas e enviadas. Estou mais convencida do que nunca que Jesus ainda usa as células para mudar o mundo, uma vida de cada vez.
Spanish blog:
Dando vida a la Iglesia a través de los grupos celulares
Por Michelle Geoffrey, pastora de células en www.celebrationchurch.org
Este enero cumplo quince años de ministerio profesional, y más de una década sirviendo en la iglesia antes de eso. A través de cada transición, rol y etapa, una pasión se ha mantenido constante: los grupos pequeños . Creo en ellos profundamente. Mi equipo y yo a menudo nos recordamos: “Jesús estaba en un grupo pequeño, ¿por qué no tú?”. Es nuestra manera de mantenernos enfocados en la esencia de nuestra vocación.
Durante los últimos doce meses, he visto a Dios obrar en nuestros grupos de maneras extraordinarias:
- Un grupo llenó la despensa de una madre mientras su esposo luchaba contra el cáncer.
- Una joven, que se sentía sola por decisiones pasadas, encontró hermanas que la acogieron sin juzgarla.
- Un hombre mayor, que luchaba con su destino eterno, fue discipulado y bautizado.
- Una familia al borde del colapso encontró esperanza en otras personas que habían recorrido caminos similares.
- Una mujer que dudaba de poder marcar la diferencia asumió el liderazgo y fundó su propio grupo.
En Celebration, llamamos a nuestros grupos pequeños Grupos de Vida , porque realmente infunden vida a quienes se unen a ellos. Jóvenes y mayores, hombres y mujeres, ricos y pobres, todos se encuentran entrelazados en el tapiz del Cuerpo de Cristo. No solo se convierten en amigos; se convierten en familia . Se descubre la libertad. Se experimenta la paz. Se restauran las vidas.
Nuestros grupos no son perfectos, pero tampoco lo eran los doce hombres comunes y corrientes que acompañaron a Jesús. Sin embargo, Dios usó a ese grupo heterogéneo para transformar el mundo con el mensaje que aún proclamamos hoy.
De cara al próximo año, una de nuestras mayores necesidades es fortalecer nuestra estructura de mentores. No queremos asignar mentores simplemente porque alguien sea un líder destacado de Grupo de Vida. Los mentores deben formarse, discipularse y crecer de manera natural a través de la multiplicación y los frutos comprobados de su ministerio. Sin embargo, cuando hay escasez, el desafío se hace evidente: ¿Cómo cultivamos intencionalmente a la próxima generación de mentores, manteniendo el proceso orgánico y guiado por el Espíritu?
Nuestro objetivo a largo plazo es sencillo pero profundo: construir una estructura que perdure más que cualquier otro edificio. Una estructura donde más personas puedan encontrar a Cristo, experimentar una transformación y recibir el apoyo que necesitan para caminar en su nueva vida, porque la vida anterior ya no les sirve.
En los Grupos de Vida es donde esto sucede. Son lugares donde las personas son conocidas, amadas, sanadas, desafiadas y enviadas. Y estoy más convencida que nunca de que Jesús sigue usando grupos pequeños para cambiar el mundo, una vida a la vez.


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