By Jeff Tunnell, JCG board member, pastor emeritus, and cell church advocate
It may be that you’ve had cell members “drift away” from their group this year. As a cell leader, you pour your heart, time, and prayer into your small group members. There is nothing more disheartening than looking around the circle and noticing an empty chair—a member who has begun to drift.
It’s easy to feel frustrated or take their absence personally. But the shepherd’s heart must first focus on what the drifting member is losing, and then move toward a compassionate, strategic response. When a member drifts, they aren’t just missing a meeting; they are stepping into danger, and it is our privilege to go after them.
1. Recognizing the Hidden Losses.
The drifting member is becoming isolated from three vital anchors that our cell environment provides:
- The Loss of Shared Burden: Our group is the designated place to confess struggles and receive prayer. When they drift, they begin to carry burdens—financial, relational, spiritual—in secret. They exchange the light yoke of shared community for the heavy weight of hidden stress.
- The Loss of Momentum: Discipleship is a journey requiring consistent steps. When they skip the weekly discussion and application, their spiritual learning stalls, their faith becomes theoretical rather than practical, and the discipline they worked hard to build quickly erodes.
- The Loss of Identity: The cell group affirms its role as a vital part of the Body of Christ. Drifting away causes them to lose the confidence that comes from using their gifts (praying, leading, sharing). They slowly stop seeing themselves as contributors and start feeling like outsiders.
2. The Compassionate Response: Reaching Out, Not Resenting
Your role as a leader is not to judge, but to pursue. The response to a drifting member must be relational, not administrative.
- Initiate a Personal Connection (Within 48 hours): Do not send a form email or a generic group text. Reach out personally by phone or with a short, specific message. Avoid accusatory language (“Why weren’t you here?”). Instead, use language that communicates care: “Hi [Name], I noticed you weren’t with us on Tuesday, and I just wanted to check in. I’m praying for you this week. Is there anything specific going on I can be praying about?”
- Focus on Empathy, Not Attendance: Acknowledge that life is busy. Your goal is to reconnect them to the relationship and the Father, not just to the meeting. Meet them where they are. If they express burnout, suggest a quick, low-pressure coffee chat instead of insisting they commit to the next cell meeting immediately.
- Bring Them Up in Group Prayer: Share their name (with their permission, if possible, but definitely share their need) and lead the group in praying specifically for their well-being, protection from isolation, and return. Praying together models the shepherd’s heart for the entire group and reinforces that no one is forgotten.
As a cell leader, remember: the greatest success is not measured by perfect attendance, but by the love and perseverance we show to the one who has wandered. Be patient, be prayerful, and keep the door open, always.
Hebrews 2:1
Matthew 18:12
Jeff
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O Coração do Pastor: Membros que se Afastam do Grupo Celular
por Jeff Tunnell, membro do conselho da JCG, pastor emérito e defensor da igreja em células
Pode ser que alguns membros do seu grupo celular tenham se afastado este ano. Como líder de célula, você dedica seu coração, tempo e oração aos membros do seu pequeno grupo. Não há nada mais desanimador do que olhar ao redor e notar uma cadeira vazia — um membro que começou a se afastar.
É fácil se sentir frustrado ou levar a ausência para o lado pessoal. Mas o coração do pastor deve primeiro se concentrar no que o membro que se afastou está perdendo e, em seguida, buscar uma resposta compassiva e estratégica. Quando um membro se afasta, ele não está apenas perdendo uma reunião; ele está se expondo a perigos, e é nosso privilégio ir atrás dele.
1. Reconhecendo as Perdas Ocultas.
O membro que se afasta está se isolando de três âncoras vitais que o ambiente do nosso grupo proporciona:
- A Perda do Fardo Compartilhado: Nosso grupo é o lugar designado para confessar lutas e receber oração. Quando se afastam, começam a carregar fardos — financeiros, relacionais, espirituais — em segredo. Trocam o jugo leve da comunidade compartilhada pelo peso pesado do estresse oculto.
- A Perda do Impulso: O discipulado é uma jornada que exige passos consistentes. Quando faltam à discussão e à aplicação semanais, seu aprendizado espiritual estagna, sua fé se torna teórica em vez de prática, e a disciplina que tanto se esforçaram para construir se deteriora rapidamente.
- A Perda da Identidade: O pequeno grupo reafirma seu papel como parte vital do Corpo de Cristo. O afastamento faz com que percam a confiança que vem do uso de seus dons (oração, liderança, compartilhamento). Lentamente, deixam de se ver como contribuintes e começam a se sentir como estranhos.
2. A Resposta Compassiva: Estender a Mão, Não Guardar Ressentimento
Seu papel como líder não é julgar, mas buscar. A resposta a um membro que se afastou deve ser relacional, não administrativa.
- Inicie uma conexão pessoal (dentro de 48 horas): Não envie um e-mail padrão ou uma mensagem de texto genérica para o grupo. Entre em contato pessoalmente por telefone ou com uma mensagem curta e específica. Evite linguagem acusatória (“Por que você não estava aqui?”). Em vez disso, use uma linguagem que demonstre cuidado: “Olá [Nome], notei que você não estava conosco na terça-feira e só queria saber como você está. Estou orando por você esta semana. Há algo específico acontecendo pelo qual eu possa orar?”
- Foque na empatia, não na presença: Reconheça que a vida é corrida. Seu objetivo é reconectá-los ao relacionamento e ao Pai, não apenas à reunião. Encontre-os onde eles estão. Se eles expressarem cansaço, sugira um bate-papo rápido e descontraído para um café, em vez de insistir que eles se comprometam com a próxima reunião do grupo imediatamente.
- Inclua-os na oração em grupo: Compartilhe o nome deles (com a permissão deles, se possível, mas definitivamente mencione a necessidade que eles têm) e conduza o grupo em oração específica pelo bem-estar deles, proteção contra o isolamento e retorno. Orar juntos demonstra o coração de pastor para todo o grupo e reforça que ninguém é esquecido.
Como líder de célula, lembre-se: o maior sucesso não é medido pela frequência perfeita, mas pelo amor e perseverança que demonstramos àquele que se afastou. Sejam pacientes, orem e mantenham a porta sempre aberta.
Hebreus 2:1
Mateus 18:12
Spanish blog:
El Corazón del Pastor: Miembros que se alejan del grupo celular
Por Jeff Tunnell, miembro de la junta de JCG, pastor emérito y defensor de la iglesia celular
Es posible que algunos miembros de tu célula se hayan alejado de su grupo este año. Como líder de célula, dedicas tu corazón, tiempo y oración a los miembros de tu grupo pequeño. No hay nada más desalentador que mirar alrededor del círculo y ver una silla vacía: un miembro que ha empezado a alejarse.
Es fácil sentirse frustrado o tomar su ausencia como algo personal. Pero el corazón del pastor debe primero enfocarse en lo que el miembro que se desvía está perdiendo, y luego avanzar hacia una respuesta compasiva y estratégica. Cuando un miembro se desvía, no solo se pierde una reunión; se está metiendo en un peligro, y es nuestro privilegio ir tras él.
1. Reconocer las pérdidas ocultas.
El miembro a la deriva se va aislando de tres anclajes vitales que nuestro entorno celular proporciona:
- La pérdida de la carga compartida: Nuestro grupo es el lugar designado para confesar las dificultades y recibir oración. Cuando se desvían, empiezan a llevar cargas —financieras, relacionales y espirituales— en secreto. Cambian el yugo ligero de la comunidad compartida por el peso del estrés oculto.
- La pérdida de impulso: El discipulado es un camino que requiere pasos constantes. Cuando se saltan la discusión y la aplicación semanales, su aprendizaje espiritual se estanca, su fe se vuelve teórica en lugar de práctica, y la disciplina que tanto les costó construir se erosiona rápidamente.
- La pérdida de identidad: El grupo celular afirma su papel como parte vital del Cuerpo de Cristo. Al alejarse, pierden la confianza que les brinda el uso de sus dones (orar, liderar, compartir). Poco a poco, dejan de verse como contribuyentes y comienzan a sentirse como forasteros.
2. La respuesta compasiva: tender la mano, no resentirse
Tu rol como líder no es juzgar, sino acompañar. La respuesta a un miembro que se desvía debe ser relacional, no administrativa.
- Inicia una conexión personal (en un plazo de 48 horas): No envíes un correo electrónico formal ni un mensaje grupal genérico. Contacta personalmente por teléfono o con un mensaje breve y específico. Evita el lenguaje acusatorio (“¿Por qué no estabas aquí?”). En su lugar, usa un lenguaje que transmita cariño: “Hola [Nombre], vi que no estabas con nosotros el martes y solo quería saber cómo estás. Estoy orando por ti esta semana. ¿Hay algo específico por lo que pueda orar?”
- Enfócate en la empatía, no en la asistencia: Reconoce que la vida es ajetreada. Tu objetivo es reconectarlos con la relación y con el Padre, no solo con la reunión. Encuéntralos donde estén. Si muestran agotamiento, propón una charla breve y tranquila en lugar de insistir en que se comprometan a asistir a la siguiente reunión de célula de inmediato.
- Orar en grupo: Compartan su nombre (con su permiso, si es posible, pero sin duda compartan su necesidad) y guíen al grupo en la oración específica por su bienestar, protección del aislamiento y su regreso. Orar juntos modela el corazón del pastor para todo el grupo y refuerza la idea de que nadie está olvidado.
Como líder de célula, recuerda: el mayor éxito no se mide por la asistencia perfecta, sino por el amor y la perseverancia que mostramos a quien se ha desviado. Sé paciente, ora con devoción y mantén la puerta abierta, siempre.
Hebreos 2:1
Mateo 18:12


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