The Danger of Growth Formulas (Español Abajo)

by | Feb 15, 2026 | Making Disciples Who Make Disciples | 0 comments

By Joel Comiskey, Myths and Truths of the Cell-Based Church

I recently heard of an influential cell leader who closed his cell group four times before finally discovering the “right DNA.” Once he found it, the group “took off.” I’m genuinely glad the group grew. Growth is a gift from God. But the story raises an important question: Is this now the model we should follow?

Are we supposed to shut down groups until we discover the correct DNA? And how exactly do we know when that DNA is present? In this case, the answer was simple: the group grew and multiplied. Growth became the proof.

I’ve heard similar stories before. One well-known cell church told its members that if a group does not multiply within one year, it should be closed. Again, the assumption is clear: if the group doesn’t follow the right formula—and doesn’t produce results on schedule—something is wrong. Better to shut it down and start over.

Discipleship Versus Formulas

Cell ministry, however, is much more than a formula. At its core, effective cell ministry is a discipleship process—a long, often messy journey of becoming like Jesus. Ironically, it is frequently in the hardest and most stressful seasons of cell life that God does His deepest work in us.

When a cell struggles, leaders are forced to pray more, listen better, forgive more deeply, and depend more fully on God’s grace. We look to Jesus, wrestle honestly with challenges, reach out in weakness, and ask what He wants to do in the group. In that process, something profound happens: we become like Jesus as we allow him to work in us.

Don’t Give Up

If a group is doing all it can to love people, reach out faithfully, and help members grow in their relationship with Jesus, that group is fulfilling the heart of cell ministry. After all, who ultimately bears fruit? Not us. We plant and water, but God gives the increase.

The same is true with deep community. Cell groups often surface problems precisely because intimacy is growing. People begin to share wounds, sins, and struggles honestly. Healing takes time—sometimes far more than a year. Closing a group because it lacks the “right DNA” or hasn’t multiplied on schedule can short-circuit the slow, redemptive work God is doing beneath the surface.

Yes, multiplication is a victory. We all celebrate it. But the only healthy multiplication is when both groups—the mother and the daughter cell—survive and flourish. Multiplying merely to meet a target often leads to short-lived celebration and long-term discouragement when one group quietly dies.

Cell ministry is not about producing results on demand. It is about faithfully following Jesus and helping others do the same. As we minister to others, let’s remember something easy to forget: we are also disciples in process. And Jesus is growing us as we serve Him—often in ways no formula can measure.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

O Perigo das Fórmulas de Crescimento
por Joel Comiskey, Mitos e Verdades a respeito da Igreja em Células

Recentemente, ouvi falar de um influente líder de célula que fechou seu grupo quatro vezes antes de finalmente descobrir o “DNA certo”. Assim que o encontrou, o grupo “decolou”. Fico genuinamente feliz que o grupo tenha crescido. O crescimento é uma dádiva de Deus. Mas a história levanta uma questão importante: este é o modelo que devemos seguir?

Devemos fechar os grupos até descobrirmos o DNA correto? E como exatamente sabemos quando esse DNA está presente? Nesse caso, a resposta foi simples: o grupo cresceu e se multiplicou. O crescimento se tornou a prova.

Já ouvi histórias semelhantes antes. Uma igreja de células bastante conhecida disse a seus membros que, se um grupo não se multiplicasse em um ano, deveria ser fechado. Novamente, a premissa é clara: se o grupo não segue a fórmula certa — e não produz resultados no prazo — algo está errado. Melhor fechá-lo e começar de novo.

Discipulado versus Fórmulas
O ministério em células, no entanto, é muito mais do que uma fórmula. Em sua essência, um ministério eficaz em células é um processo de discipulado — uma jornada longa e muitas vezes complexa para se tornar semelhante a Jesus. Ironicamente, é frequentemente nos momentos mais difíceis e estressantes da vida em células que Deus realiza Sua obra mais profunda em nós.

Quando uma célula enfrenta dificuldades, os líderes são levados a orar mais, ouvir melhor, perdoar mais profundamente e depender mais plenamente da graça de Deus. Olhamos para Jesus, lutamos honestamente com os desafios, estendemos a mão em nossa fraqueza e perguntamos o que Ele quer fazer no grupo. Nesse processo, algo profundo acontece: nos tornamos semelhantes a Jesus ao permitirmos que Ele trabalhe em nós.

Não Desista
Se um grupo está fazendo tudo o que pode para amar as pessoas, estender a mão fielmente e ajudar os membros a crescerem em seu relacionamento com Jesus, esse grupo está cumprindo o propósito central do ministério em células. Afinal, quem dá os frutos? Não nós. Nós plantamos e regamos, mas Deus dá o crescimento.

O mesmo se aplica a uma comunidade profunda. As células frequentemente revelam problemas justamente porque a intimidade entre os membros está crescendo. As pessoas começam a compartilhar feridas, pecados e lutas com honestidade. A cura leva tempo — às vezes, muito mais de um ano. Encerrar um grupo porque ele não tem o “DNA certo” ou não se multiplicou no prazo previsto pode interromper o trabalho lento e redentor que Deus está realizando em segundo plano.

Sim, a multiplicação é uma vitória. Todos nós a celebramos. Mas a única multiplicação saudável é aquela em que ambos os grupos — a célula-mãe e a célula-filha — sobrevivem e prosperam. Multiplicar-se apenas para atingir uma meta geralmente leva a uma celebração passageira e a um desânimo duradouro quando um dos grupos morre silenciosamente.

O ministério de células não se trata de produzir resultados sob demanda. Trata-se de seguir fielmente a Jesus e ajudar outros a fazerem o mesmo. Ao ministrarmos aos outros, lembremo-nos de algo fácil de esquecer: também somos discípulos em processo. E Jesus está nos fazendo crescer enquanto o servimos — muitas vezes de maneiras que nenhuma fórmula consegue medir.

Spanish blog:

El peligro de las fórmulas de crecimiento

Por Joel Comiskey, Mitos y verdades de la iglesia celular

Hace poco oí hablar de un influyente líder de célula que cerró su grupo cuatro veces antes de descubrir finalmente el ADN adecuado. Una vez que lo encontró, el grupo despegó. Me alegra de verdad que el grupo haya crecido. El crecimiento es un don de Dios. Pero la historia plantea una pregunta importante: ¿Es este ahora el modelo que debemos seguir?

¿Debemos cerrar grupos hasta que descubramos el ADN correcto? ¿Y cómo sabemos exactamente cuándo está presente ese ADN? En este caso, la respuesta fue simple: el grupo creció y se multiplicó. El crecimiento se convirtió en la prueba.

He escuchado historias similares antes. Una conocida iglesia celular les dijo a sus miembros que si un grupo no se multiplica en un año, debería cerrarse. De nuevo, la premisa es clara: si el grupo no sigue la fórmula correcta y no produce resultados a tiempo, algo anda mal. Es mejor cerrarlo y empezar de cero.

Discipulado versus fórmulas

Sin embargo, el ministerio celular es mucho más que una fórmula. En esencia, un ministerio celular eficaz es un proceso de discipulado: un camino largo, a menudo complicado, para llegar a ser como Jesús. Irónicamente, es con frecuencia en las épocas más difíciles y estresantes de la vida celular que Dios obra con mayor profundidad en nosotros.

Cuando una célula atraviesa dificultades, los líderes se ven obligados a orar más, escuchar mejor, perdonar con mayor profundidad y depender más plenamente de la gracia de Dios. Buscamos a Jesús, enfrentamos honestamente los desafíos, nos acercamos a Él en la debilidad y le preguntamos qué quiere hacer en el grupo. En ese proceso, ocurre algo profundo: nos volvemos como Jesús al permitirle obrar en nosotros.

No te rindas

Si un grupo se esfuerza al máximo por amar a la gente, acercarse fielmente y ayudar a sus miembros a crecer en su relación con Jesús, ese grupo está cumpliendo la esencia del ministerio celular. Después de todo, ¿quién da fruto en última instancia? No nosotros. Nosotros plantamos y regamos, pero Dios da el crecimiento.

Lo mismo ocurre con las comunidades profundas. Los grupos celulares a menudo sacan a la luz los problemas precisamente porque la intimidad crece. Las personas comienzan a compartir heridas, pecados y luchas con honestidad. La sanación lleva tiempo, a veces mucho más de un año. Cerrar un grupo por falta de “ADN adecuado” o por no haberse multiplicado a tiempo puede interrumpir la lenta obra redentora que Dios está realizando bajo la superficie.

Sí, la multiplicación es una victoria. Todos la celebramos. Pero la única multiplicación sana es cuando ambos grupos —la célula madre y la célula hija— sobreviven y prosperan. Multiplicarse solo para alcanzar un objetivo suele llevar a una celebración efímera y a un desánimo a largo plazo cuando un grupo muere silenciosamente.

El ministerio celular no se trata de producir resultados a voluntad. Se trata de seguir fielmente a Jesús y ayudar a otros a hacer lo mismo. Al ministrar a otros, recordemos algo fácil de olvidar: también somos discípulos en proceso. Y Jesús nos está haciendo crecer mientras le servimos, a menudo de maneras que ninguna fórmula puede medir.

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Joel Comiskey is founder of JCG Resources and author of many books

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