Receive God’s Grace (Español Abajo)

by | Mar 4, 2026 | Making Disciples Who Make Disciples | 0 comments

By Joel Comiskey, Living in Victory

“Amazing Grace” may be the most beloved hymn of the last two centuries. John Newton wrote it out of a life that had been rescued. His story is a reminder that grace isn’t a religious buzzword—it’s God’s lifeline for people who know they can’t save themselves.

Newton was born in London in 1725. His mother, a devout believer, died just before he turned seven. His father, a stern sea captain, took him to sea at age eleven. Newton’s life spiraled downward. He was forced into the British navy, tried to desert, and was severely punished. Later, he plunged into a depraved lifestyle and eventually became a slave trader—so hardened that he could describe his own heart as “exceedingly vile.”

Then came a storm at sea. When the ship seemed certain to sink, Newton cried out, “Lord, have mercy upon us.” That desperate prayer became a turning point. God used that moment to begin awakening his conscience and drawing him to Himself. Grace had found him.

And grace changed him. Newton later renounced the slave trade and worked alongside William Wilberforce in the fight to abolish it. He became a pastor and a writer, determined to “rescue captives” from Satan’s kingdom. In 1772 he penned the words that still move hearts today: “Amazing grace, how sweet the sound, that saved a wretch like me.”

That’s where personal discipleship begins: not with self-confidence, but with honest need.

Many people live under a constant cloud of guilt and condemnation. They don’t feel okay—no matter how hard they try. I recently talked with someone who described “waves of guilt and shame,” rooted in childhood rejection. His strategy was common: try to outweigh the bad with good works. Be better. Do more. Prove yourself. But that road never ends. The “ought to’s” keep moving farther into the distance.

Grace is God’s answer to that treadmill.

When Jesus died on the cross, He said, “It is finished.” The price was paid in full. Our guilt wasn’t minimized; it was dealt with. We don’t add to Christ’s work—we receive it. That’s why Scripture can say, “There is now no condemnation for those who are in Christ Jesus” (Romans 8:1, NIV). Grace doesn’t ignore sin; it cancels the debt because Jesus carried it.

This is one of the most freeing truths a disciple can learn: my standing with God rests on Christ’s finished work, not my fluctuating feelings. Emotions rise and fall. Some days we feel strong; other days we feel unworthy. But the facts don’t change: “While we were still sinners, Christ died for us” (Romans 5:8, NIV).

I’ve learned that even ministry can become a subtle form of striving—trying to be “spiritual enough” for God to use us. Yet God keeps bringing me back to the same place: rest. Trust. Receive.

Grace can be remembered with a simple acronym: God’s Riches At Christ’s Expense. We stand in grace (Romans 5:1–2). We are made right with God through Christ (2 Corinthians 5:21). Good works follow—not to earn God’s love, but because we already have it.

So today, receive God’s grace again. Let it quiet the accuser. Let it replace striving with peace. And let it become the foundation for a life of joyful, steady discipleship.

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Portuguese blog:

Receba a Graça de Deus

Joel Comiskey, Living in Victory

O conhecido hino “Amazing Grace” (normalmente conhecido como ‘Maravilhosa Graça’ em português) é possivelmente o hino mais famoso dos últimos dois séculos. Ele foi composto por John Newton a partir de uma vida que havia sido resgatada. A história de John Newton é um lembrete de que a Graça não é apenas uma palavra de efeito das religiões, é a corda de resgate de Deus para as pessoas que sabem que não podem salvar a si mesmas.

John Newton nasceu em Londres em 1725. Sua mãe era uma crente dedicada e morreu pouco antes de ele completar sete anos de idade. Seu pai era um capitão de navios e o levou para os mares aos onze anos. A vida de Newton entrou em uma espiral descendente. Ele foi obrigado a se juntar à marinha britânica, tentou desertar e foi severamente punido por isso. Mais tarde ele mergulhou em um estilo de vida de depravação e tornou-se um traficante de escravos. Ele se sentia tão endurecido que descrevia seu coração como excessivamente vil.

Foi então que houve uma tempestade no mar. Quando parecia que não havia saída e que o navio iria naufragar Newton clamou: “Senhor, tem misericórdia de nós”. Aquela oração desesperada tornou-se um ponto de virada em sua vida. Deus usou aquele momento para começar a acordar sua consciência e trazê-lo para perto de Si mesmo. A Graça o alcançou.

A Graça também mudou sua vida. Newton renunciou ao tráfico de escravos e começou a trabalhar com William Wilberforce na luta para a abolição da escravatura. Ele se tornou pastor e escritor, determinado a “resgatar cativos” do reino de Satanás. Em 1772 ele compôs a letra que até hoje move corações: “Oh! Maravilhosa Graça que perdido me encontrou, estando cego pude ver, Cristo me resgatou”

É assim que começa o discipulado pessoal, não com arrogância, mas com a necessidade sincera. Muitas pessoas vivem sob uma constante nuvem de culpa e condenação. Estas pessoas não se sentem bem, não importa o quanto tentem. Recentemente eu conversei com uma pessoa que descrevia viver em “ondas de culpa e vergonha” que tinham raízes em rejeição na infância. A estratégia tentada era a mesma que a maioria das pessoas procuram: tentar vencer o mal com boas obras, ser melhor, fazer melhor, provar algo a si mesmos. Mas esta estrada não tem fim. As coisas que “temos que fazer” são sempre mais e estão cada vez mais distante.

A resposta de Deus para esta esteira sem fim é a Graça.

Quando Jesus morreu na cruz Ele disse: “está consumado”. O preço foi integralmente pago. Nossa culpa não foi minimizada, ela foi resolvida. Nós não completamos o trabalho de Cristo, nós o recebemos. É por esta razão que as Escrituras podem dizer: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8:1) A Graça não ignora o pecado. A Graça cancela o pecado porque o preço foi gago por Jesus.

Esta é uma das verdades mais libertadoras que um discípulo pode aprender: meu relacionamento com Deus depende no que Cristo completou e não em meus sentimentos que flutuam de um lado para o outro. As emoções vão e vêm. Em alguns dias nos sentimos mais fortes, em outros nos sentimos indignos, mas os fatos não mudam: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)

Eu tenho aprendido que até mesmo o ministério pode se tornar uma forma sutil de esforço onde tentamos ser “espirituais o suficiente para que Deus possa nos usar. Apesar disso Deus continua me trazendo para o mesmo lugar de sempre: lugar de repouso, de confiança e de recebermos diretamente dEle. A Graça pode ser lembrada com um acróstico simples: “Riquezas de Deus pelo preço pago por Jesus”. Nós permanecemos em pé por causa da Graça (Romanos 5:1-2). Nós somos justificados por Deus por meio de Cristo (2 Coríntios 5:21). As boas obras nos seguem, não para obtermos o amor de Deus, mas porque já o temos.  

Receba a Graça de Deus mais uma vez hoje. Permita que ela cale o acusador. Permita que ela substitua o esforço pela paz e deixe que ela se torne o fundamento da vida de um discipulado alegre e constante.

Spanish blog:

Recibe la gracia de Dios
Por Joel Comiskey, Viviendo en Victoria

“Maravillosa Gracia”es posiblemente el himno más querido de los últimos dos siglos. John Newton lo escribió inspirado en una vida que había sido rescatada. Su historia nos recuerda que la gracia no es una palabra de moda religiosa, sino el salvavidas de Dios para las personas que saben que no pueden salvarse a sí mismas.

Newton nació en Londres en 1725. Su madre, una creyente devota, murió justo antes de que él cumpliera siete años. Su padre, un severo capitán de barco, lo llevó al mar a los once años. La vida de Newton entró en una espiral descendente. Lo obligaron a alistarse en la marina británica, intentó desertar y fue severamente castigado. Más tarde, se sumergió en un estilo de vida depravado y acabó convirtiéndose en traficante de esclavos, tan endurecido que podía describir su propio corazón como “extremadamente vil”.

Entonces llegó una tormenta en el mar. Cuando parecía seguro que el barco se hundiría, Newton gritó: “Señor, ten piedad de nosotros”. Esa oración desesperada se convirtió en un punto de inflexión. Dios utilizó ese momento para comenzar a despertar su conciencia y atraerlo hacia Él. La gracia lo había encontrado.

Y la gracia lo cambió. Más tarde, Newton renunció al comercio de esclavos y trabajó junto a William Wilberforce en la lucha por su abolición. Se convirtió en pastor y escritor, decidido a “rescatar a los cautivos” del reino de Satanás. En 1772 escribió las palabras que aún hoy conmueven los corazones: “Maravillosa gracia, cuán dulce es el sonido, que salvó a un miserable como yo”.

Ahí es donde comienza el discipulado personal: no con la confianza en uno mismo, sino con una necesidad honesta.

Muchas personas viven bajo una nube constante de culpa y condenación. No se sienten bien, por mucho que lo intenten. Recientemente hablé con alguien que describió “olas de culpa y vergüenza”, arraigadas en el rechazo infantil. Su estrategia era común: tratar de compensar lo malo con buenas obras, ser mejor, hacer más, demostrar su valía. Pero ese camino nunca termina. Los “deberías” se alejan cada vez más.

La gracia es la respuesta de Dios a esa rutina.

Cuando Jesús murió en la cruz, dijo: “Consumado es”. El precio se pagó en su totalidad, nuestra culpa no se minimizó, sino que se resolvió. No añadimos nada a la obra de Cristo, sino que la recibimos. Por eso la Escritura puede decir: “Ahora, pues, no hay condenación para los que están en Cristo Jesús” (Romanos 8:1, NVI). La gracia no ignora el pecado, sino que cancela la deuda porque Jesús la llevó.

Esta es una de las verdades más liberadoras que un discípulo puede aprender: mi posición ante Dios se basa en la obra consumada de Cristo, no en mis sentimientos fluctuantes. Las emociones suben y bajan. Algunos días nos sentimos fuertes; otros días nos sentimos indignos. Pero los hechos no cambian: “Siendo aún pecadores, Cristo murió por nosotros” (Romanos 5:8, NVI).

He aprendido que incluso el ministerio puede convertirse en una forma sutil de esfuerzo: tratar de ser “lo suficientemente espirituales” para que Dios nos use. Sin embargo, Dios sigue trayéndome de vuelta al mismo lugar: el descanso, confiar, recibir.

La gracia se puede recordar con un simple acrónimo: Las riquezas de Dios a costa de Cristo. Estamos en la gracia (Romanos 5:1-2). Somos justificados ante Dios por medio de Cristo (2 Corintios 5:21). Las buenas obras siguen, no para ganarnos el amor de Dios, sino porque ya lo tenemos.

Así que hoy, reciba nuevamente la gracia de Dios. Deje que acalle al acusador. Deje que reemplace el esfuerzo por la paz. Y deje que se convierta en el fundamento de una vida de discipulado gozoso y constante.

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Joel Comiskey is founder of JCG Resources and author of many books

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