By Joel Comiskey, God’s Missionary Purpose (new 2026 book)
Mission isn’t a program the church runs. It’s a reflection of who God is.
The more I study Scripture — and the more I write my new book about missions — the clearer it becomes: mission didn’t begin with us. It didn’t begin with a committee, a strategy, or even the Great Commission. Mission begins with God.
From the opening pages of Scripture, we see a God who moves toward people. After the Fall, He seeks Adam and Eve. After the flood, He preserves a remnant. And in Genesis 12, He calls Abraham — not as an end in himself, but as a means to reach the nations: “All peoples on earth will be blessed through you.”
God’s plan was always global. His heart has always been for all peoples.
This is where we must start. Because if we don’t get this right, everything else becomes activity without an anchor.
Mission is not primarily about what we do. It’s about who God is. God is a sending God.
- He sends Abraham.
- He sends Moses.
- He sends the prophets.
- And ultimately, He sends His Son.
“As the Father has sent me, I am sending you” (John 20:21, NIV). The church exists because God sends. And we are called to join Him.
The Missionary Thread of Scripture
From Genesis to Revelation, the Bible is a missionary story. The Psalms call us to “declare His glory among the nations” (Psalm 96:3).
The prophets envision a day when people from every nation stream to the mountain of the Lord. Revelation ends with a great multitude from every tribe, tongue, and people worshiping before the throne. God has been working toward that scene the whole time.
Mission is not an occasional emphasis. It is the outflow of God’s glory. As John Piper famously said, “Missions exist because worship doesn’t” (John Piper, Let the Nations Be Glad!). One day, missions will end. Worship will not.
Jerusalem, Judea, Samaria — and the World
When Jesus gives His final instructions in Acts 1:8, He doesn’t simply say “go everywhere.” He maps out the world in layers — each one representing increasing cultural distance.
Jerusalem — home turf.
Judea — familiar, but further.
Samaria — culturally tense, historically hostile.
The ends of the earth — completely different languages, customs, and worldviews.
Jesus doesn’t let His disciples off the hook at any level. Near and far. Familiar and foreign. All of it.
To help us think clearly about those layers, missiologist Ralph Winter developed the E‑Scale — a simple way to understand the cultural distance we cross when sharing the gospel.
The E‑Scale at a Glance
- E‑0 — Renewal of nominal or inactive believers
- E‑1 — Reaching people in your own culture and language
- E‑2 — Crossing moderate cultural barriers
- E‑3 — Frontier missions among unreached peoples
Over the coming weeks, we’ll walk through this scale together. We’ll talk about local mission in your own Jerusalem and Judea, about crossing cultural lines with humility, and about the roughly 40% of the world that still has little to no access to the gospel.
But none of it makes sense apart from this: God is already at work. And we are joining Him. Let’s pray this prayer: “Lord, help me see where You are at work — and give me the courage to join You.”
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Week 1 (April 5–11) God’s Missionary Purpose
We’ll open the month by grounding everything in the character of God. Mission isn’t a program the church runs — it’s a reflection of who God is. From Genesis to Revelation, He is a God who reaches toward people, who pursues the lost, and who sends. Our churches don’t do missions because it’s a good idea; we do it because we’re joining something God has been doing from the beginning.
Week 2 (April 12–18) Every Person Mobilized
This post is about ownership. Too often, missions feels like something a small committee handles while the rest of the church watches. But Scripture calls every believer into this story. I also want this post to take spiritual warfare seriously — Satan actively works to deceive and destroy, and the mission advances through prayer.
Week 3 (April 19–25) Local Missions — Jerusalem and Judea
Here we get practical and close to home. Drawing on the E-1 and E-2 categories from the excerpt, let’s challenge our readers to look at the people already around them — neighbors, coworkers, the communities just beyond our church walls. Local mission isn’t a consolation prize for people who can’t go overseas. It’s where most of us are called to start, and for many, it’s where we’re called to stay.
Week 4 (April 26–May 2 ) Regions Beyond — The Unreached
We’ll close the month by lifting readers’ eyes to the horizon. Roughly 40% of the world’s population has little to no access to the gospel — no church in their community, no Bible in their language, no one in their network who follows Jesus. That’s not a statistic to gloss over. You can be part of reaching the unreached through prayer, through giving, and by supporting those who go.
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Portuguese blog:
O Propósito Missionário de Deus
por Joel Comiskey, O Propósito Missionário de Deus (novo livro de 2026)
A missão não é um programa que a igreja executa. É um reflexo de quem Deus é.
Quanto mais estudo as Escrituras — e quanto mais escrevo meu novo livro sobre missões — mais claro isso se torna: a missão não começou conosco. Não começou com um comitê, uma estratégia ou mesmo com a Grande Comissão. A missão começa com Deus.
Desde as primeiras páginas das Escrituras, vemos um Deus que se move em direção às pessoas. Após a Queda, Ele busca Adão e Eva. Após o dilúvio, Ele preserva um remanescente. E, em Gênesis 12, Ele chama Abraão — não como um fim em si mesmo, mas como um meio para alcançar as nações: “Todos os povos da terra serão abençoados por meio de você”.
O plano de Deus sempre foi global. Seu coração sempre esteve voltado para todos os povos.
É aqui que devemos começar. Pois, se não compreendermos isso corretamente, todo o resto se torna atividade sem âncora.
A missão não diz respeito, primordialmente, ao que fazemos. Diz respeito a quem Deus é. Deus é um Deus que envia.
- Ele envia Abraão.
- Ele envia Moisés.
- Ele envia os profetas.
- E, finalmente, Ele envia Seu Filho.
“Assim como o Pai me enviou, eu envio vocês” (João 20:21). A igreja existe porque Deus envia.
E somos chamados a nos unir a Ele.
O Fio Condutor Missionário das Escrituras
De Gênesis a Apocalipse, a Bíblia é uma história missionária. Os Salmos nos chamam a “declarar a Sua glória entre as nações” (Salmos 96:3).
Os profetas vislumbram um dia em que pessoas de todas as nações afluirão para o monte do Senhor. Apocalipse termina com uma grande multidão, de toda tribo, língua e povo, adorando diante do trono. Deus tem trabalhado em prol dessa cena o tempo todo.
A missão não é uma ênfase ocasional. É o transbordar da glória de Deus. Como disse John Piper em sua famosa frase: “As missões existem porque a adoração não existe” (John Piper, Let the Nations Be Glad! [Deixe as Nações Se Alegrarem!]). Um dia, a missão terá fim. A adoração, não.
Jerusalém, Judeia, Samaria — e o Mundo
Quando Jesus dá Suas instruções finais em Atos 1:8, Ele não diz simplesmente: “vão a toda parte”. Ele traça um mapa do mundo em camadas — cada uma representando uma distância cultural crescente.
Jerusalém — o território familiar.
Judeia — familiar, mas mais distante.
Samaria — culturalmente tensa, historicamente hostil.
Os confins da terra — idiomas, costumes e cosmovisões completamente diferentes.
Jesus não isenta Seus discípulos de responsabilidade em nenhum desses níveis. Perto e longe. Familiar e estrangeiro. Tudo isso.
Para nos ajudar a pensar com clareza sobre essas camadas, o missiólogo Ralph Winter desenvolveu a Escala E — uma maneira simples de compreender a distância cultural que transponemos ao compartilhar o evangelho.
A Escala E em Resumo
- E-0 — Renovação de crentes nominais ou inativos
- E-1 — Alcançar pessoas em sua própria cultura e idioma
- E-2 — Transpor barreiras culturais moderadas
- E-3 — Missões de fronteira entre povos não alcançados
Nas próximas semanas, exploraremos juntos essa escala. Falaremos sobre a missão local em sua própria Jerusalém e Judeia, sobre transpor fronteiras culturais com humildade e sobre os cerca de 40% da população mundial que ainda têm pouco ou nenhum acesso ao evangelho.
Mas nada disso faz sentido se desconsiderarmos o seguinte: Deus já está em ação. E nós estamos nos unindo a Ele. Façamos esta oração: “Senhor, ajuda-me a enxergar onde Tu estás agindo — e dá-me a coragem para me unir a Ti”.
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Semana 1 (5 a 11 de abril) O Propósito Missionário de Deus
Iniciaremos o mês fundamentando tudo no caráter de Deus. A missão não é apenas um programa executado pela igreja — é um reflexo de quem Deus é. De Gênesis a Apocalipse, Ele revela-se como um Deus que se aproxima das pessoas, que busca os perdidos, que envia. Nossas igrejas não realizam missões simplesmente por ser uma boa ideia; fazemos isso porque nos unimos a algo que Deus vem realizando desde o princípio.
Semana 2 (12 a 18 de abril) Cada Pessoa Mobilizada
Esta publicação trata de senso de responsabilidade. Com muita frequência, a obra missionária parece ser algo que um pequeno comitê administra, enquanto o restante da igreja apenas assiste. Mas as Escrituras convocam cada crente a fazer parte desta história. Quero também que este texto leve a sério a guerra espiritual — Satanás age ativamente para enganar e destruir, e a missão avança por meio da oração.
Semana 3 (19 a 25 de abril) Missões Locais — Jerusalém e Judeia
Aqui, tornamo-nos práticos e voltamos o olhar para o que está mais próximo de casa. Com base nas categorias E-1 e E-2 mencionadas no trecho anterior, desafiaremos nossos leitores a observar as pessoas que já os cercam — vizinhos, colegas de trabalho e as comunidades que se encontram logo além dos muros de nossa igreja. A missão local não é um prêmio de consolação para quem não pode viajar para o exterior. É o ponto de partida para o qual a maioria de nós é chamada e, para muitos, é o lugar onde somos chamados a permanecer.
Semana 4 (26 de abril a 2 de maio) Regiões Além — Os Não Alcançados
Encerraremos o mês elevando o olhar dos leitores para o horizonte. Aproximadamente 40% da população mundial tem pouco ou nenhum acesso ao evangelho — não há igreja em sua comunidade, não há Bíblia em seu idioma e não há, em seu círculo de relacionamentos, ninguém que siga a Jesus. Essa não é uma estatística que se possa ignorar. Você pode fazer parte do alcance dos não alcançados por meio da oração, da contribuição e do apoio a aqueles que vão
Spanish blog:
El propósito misionero de Dios
Por Joel Comiskey, El propósito misionero de Dios (nuevo libro de 2026)
La misión no es un programa que la iglesia gestione, es un reflejo de quién es Dios.
Cuanto más estudio las Escrituras —y cuanto más escribo mi nuevo libro sobre misiones— más claro me queda: la misión no empezó con nosotros. No empezó con un comité, una estrategia, ni siquiera con la Gran Comisión. La misión empieza con Dios.
Desde las primeras páginas de las Escrituras, vemos a un Dios que se acerca a las personas. Tras la Caída, busca a Adán y Eva. Después del diluvio, preserva un remanente. Y en Génesis 12, llama a Abraham, no como un fin en sí mismo, sino como un medio para alcanzar a las naciones: “En ti serán benditas todas las familias de la tierra”.
El plan de Dios siempre fue global. Su corazón siempre ha estado con todos los pueblos.
Aquí es donde debemos empezar. Porque si no hacemos esto bien, todo lo demás se convertirá en una actividad sin rumbo.
La misión no se trata principalmente de lo que hacemos, sino de quién es Dios. Dios es un Dios que envía.
- Él envía a Abraham.
- Él envía a Moisés.
- Él envía a los profetas.
- Y, finalmente, Él envía a su Hijo.
“Como el Padre me envió, así también yo los envío a ustedes” (Juan 20:21). La iglesia existe porque Dios la envía.
Y estamos llamados a unirnos a Él.
El hilo misionero de las Escrituras
Desde el Génesis hasta el Apocalipsis, la Biblia es una historia misionera. Los Salmos nos llaman a “proclamar su gloria entre las naciones” (Salmo 96:3).
Los profetas vislumbran un día en que personas de todas las naciones acudirán en masa al monte del Señor. El Apocalipsis culmina con una gran multitud de todas las tribus, lenguas y pueblos adorando ante el trono. Dios ha estado preparando esa escena desde el principio.
La misión no es un énfasis ocasional. Es la manifestación de la gloria de Dios. Como dijo John Piper: “La misión existe porque la adoración no” (John Piper, ¡Que las naciones se alegren!). Un día, la misión terminará. La adoración perdurará.
Jerusalén, Judea, Samaria y el mundo
Cuando Jesús da sus instrucciones finales en Hechos 1:8, no se limita a decir “vayan a todas partes”. Describe el mundo en capas, cada una de las cuales representa una distancia cultural creciente.
Jerusalén : territorio propio.
Judea : familiar, pero más lejos.
Samaria : una región culturalmente tensa e históricamente hostil.
Los confines de la tierra : idiomas, costumbres y cosmovisiones completamente diferentes.
Jesús no deja escapar a sus discípulos en ningún sentido, cercanos y lejanos. Familiares y desconocidos, a todos.
Para ayudarnos a reflexionar con claridad sobre esas capas, el misionólogo Ralph Winter desarrolló la Escala E , una forma sencilla de comprender la distancia cultural que cruzamos al compartir el evangelio.
La escala E de un vistazo
- E-0 — Renovación de creyentes nominales o inactivos
- E-1 — Llegar a las personas en tu propia cultura e idioma
- E-2 — Superar barreras culturales moderadas
- E-3 — Misiones fronterizas entre pueblos no alcanzados
En las próximas semanas, exploraremos juntos esta escala. Hablaremos sobre la misión local en su propia Jerusalén y Judea, sobre cómo superar las barreras culturales con humildad y sobre el aproximadamente 40 % de la población mundial que aún tiene poco o ningún acceso al evangelio.
Pero nada de esto tiene sentido si no es así: Dios ya está obrando. Y nosotros nos unimos a Él. Hagamos esta oración: “Señor, ayúdame a ver dónde estás obrando y dame el valor para unirme a ti”.
Haz clic aquí si deseas recibir cada entrada del blog en tu correo electrónico. En abril, trataremos los siguientes temas:
Semana 1 (5-11 de abril) El propósito misionero de Dios
Comenzaremos el mes fundamentando todo en el carácter de Dios. La misión no es un programa que la iglesia dirige, sino un reflejo de quién es Dios. Desde Génesis hasta Apocalipsis, Él es un Dios que se acerca a las personas, que busca a los perdidos, que envía. Nuestras iglesias no realizan misiones porque sea una buena idea; lo hacemos porque nos unimos a algo que Dios ha estado haciendo desde el principio.
Semana 2 (12-18 de abril) Todas las personas movilizadas
Esta publicación trata sobre la responsabilidad. Con demasiada frecuencia, las misiones parecen algo que maneja un pequeño comité mientras el resto de la iglesia observa. Pero las Escrituras llaman a cada creyente a participar en esta historia. También quiero que esta publicación aborde con seriedad la guerra espiritual: Satanás trabaja activamente para engañar y destruir, y la misión avanza mediante la oración.
Semana 3 (19-25 de abril) Misiones locales: Jerusalén y Judea
Aquí entramos en materia práctica y cercana a la realidad. Basándonos en las categorías E-1 y E-2 del fragmento, invitemos a nuestros lectores a fijarse en las personas que ya les rodean: vecinos, compañeros de trabajo, las comunidades más allá de los muros de nuestra iglesia. La misión local no es un premio de consolación para quienes no pueden ir al extranjero. Es donde la mayoría de nosotros estamos llamados a empezar, y para muchos, es donde estamos llamados a quedarnos.
Semana 4 (26 de abril – 2 de mayo) Regiones más allá: lo inexplorado
Concluiremos el mes invitando a nuestros lectores a mirar hacia el futuro. Aproximadamente el 40% de la población mundial tiene poco o ningún acceso al evangelio: no hay iglesia en su comunidad, ni Biblia en su idioma, ni nadie en su entorno que siga a Jesús. Esta estadística no debe pasarse por alto. Tú puedes contribuir a alcanzar a quienes aún no han escuchado el evangelio mediante la oración, las donaciones y el apoyo a quienes lo hacen.
No dudes en comentar aquí .


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