Rob Campbell, Founding Pastor (www.cypresscreekchurch.com) and Executive Director (www.africarenewal.org)
From the very beginning, Scripture reveals a God who moves toward people. In Genesis, even after the fall, God seeks out Adam and Eve, calling, “Where are you?” (Genesis 3:9). This is not a distant or indifferent God, but One whose very nature is to pursue, to restore, and to redeem. His missionary heart is woven into His character—He is the God who blesses in order to send. When He calls Abraham, He declares, “All peoples on earth will be blessed through you” (Genesis 12:3). Mission is not an afterthought; it is central to who God is. To understand mission rightly, we must first see that it begins in the heart of God Himself.
As the story of Scripture unfolds, we see this purpose expand and intensify. God continually reaches beyond boundaries—toward nations, outsiders, and the lost. Through the prophets, He declares His intention: “I will also make you a light for the Gentiles, that my salvation may reach to the ends of the earth” (Isaiah 49:6). This culminates in the sending of Jesus, the ultimate expression of God’s missionary love: “For the Son of Man came to seek and to save the lost” (Luke 19:10). Jesus is not merely a messenger; He is the message—God in flesh, stepping into our world. The Father sends the Son, and the Son sends His followers, making it clear that mission flows directly from the nature and action of God.
When we grasp this, everything changes. The church does not create mission; we join it. As Jesus says, “As the Father has sent me, I am sending you” (John 20:21). We are invited into a story that began long before us and will continue until every nation, tribe, and tongue stands before the throne (Revelation 7:9). There is both weight and wonder in this calling—the weight of participating in God’s redemptive work, and the wonder that He would invite us into it at all. Our churches don’t engage in mission because it’s strategic or beneficial, but because it reflects the very heartbeat of God. To be His people is to be sent.
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Portuguese blog:
Ser o Povo d’Ele é Ser Enviado
por Rob Campbell, Pastor Fundador (www.cypresscreekchurch.com) e Diretor Executivo (www.africarenewal.org)
Desde o princípio, as Escrituras revelam um Deus que se move em direção às pessoas. Em Gênesis, mesmo após a Queda, Deus busca Adão e Eva, chamando: “Onde você está?” (Gênesis 3:9). Este não é um Deus distante ou indiferente, mas Aquele cuja própria natureza é buscar, restaurar e redimir. Seu coração missionário está entrelaçado ao Seu caráter — Ele é o Deus que abençoa para enviar. Quando chama Abraão, Ele declara: “Todos os povos da terra serão abençoados por meio de você” (Gênesis 12:3). A missão não é um pensamento secundário; ela é central para quem Deus é. Para compreender a missão corretamente, devemos, antes de tudo, ver que ela tem início no próprio coração de Deus.
À medida que a história das Escrituras se desenrola, vemos esse propósito expandir-se e intensificar-se. Deus continuamente alcança além das fronteiras — em direção às nações, aos forasteiros e aos perdidos. Por meio dos profetas, Ele declara Sua intenção: “Eu também farei de você uma luz para os gentios, para que a minha salvação alcance os confins da terra” (Isaías 49:6). Isso culmina no envio de Jesus, a expressão suprema do amor missionário de Deus: “Pois o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10). Jesus não é meramente um mensageiro; Ele é a mensagem — Deus em carne, entrando em nosso mundo. O Pai envia o Filho, e o Filho envia Seus seguidores, deixando claro que a missão flui diretamente da natureza e da ação de Deus.
Quando compreendemos isso, tudo muda. A igreja não cria a missão; nós nos unimos a ela. Como diz Jesus: “Assim como o Pai me enviou, eu envio vocês” (João 20:21). Somos convidados a participar de uma história que começou muito antes de nós e continuará até que toda nação, tribo e língua esteja diante do trono (Apocalipse 7:9). Há, nesse chamado, tanto peso quanto maravilha — o peso de participar da obra redentora de Deus, e a maravilha de que Ele nos convide a participar dela, de fato. Nossas igrejas não se envolvem em missões por ser estratégico ou benéfico, mas porque isso reflete o próprio pulsar do coração de Deus. Ser o Seu povo é ser enviado.
Spanish blog:
Ser su pueblo es ser enviado
Rob Campbell, Pastor Fundador ( www.cypresscreekchurch.com ) y Director Ejecutivo ( www.africarenewal.org )
Desde el principio, las Escrituras revelan a un Dios que se acerca a las personas. En Génesis, incluso después de la caída, Dios busca a Adán y Eva, preguntándoles: “¿Dónde están?” (Génesis 3:9). Este no es un Dios distante o indiferente, sino uno cuya naturaleza misma es buscar, restaurar y redimir. Su espíritu misionero está intrínsecamente ligado a su carácter: Él es el Dios que bendice para enviar. Cuando llama a Abraham, declara: “En ti serán benditas todas las familias de la tierra” (Génesis 12:3). La misión no es algo secundario; es fundamental para la esencia de Dios. Para comprender la misión correctamente, primero debemos ver que comienza en el corazón mismo de Dios.
A medida que se desarrolla la historia de las Escrituras, vemos cómo este propósito se expande e intensifica. Dios continuamente trasciende fronteras, llegando a naciones, forasteros y perdidos. A través de los profetas, declara su intención: “Te haré luz para las naciones, para que mi salvación alcance hasta los confines de la tierra” (Isaías 49:6). Esto culmina con el envío de Jesús, la máxima expresión del amor misionero de Dios: “Porque el Hijo del Hombre vino a buscar y a salvar lo que se había perdido” (Lucas 19:10). Jesús no es simplemente un mensajero; Él es el mensaje: Dios hecho carne, que se manifiesta en nuestro mundo. El Padre envía al Hijo, y el Hijo envía a sus seguidores, dejando claro que la misión emana directamente de la naturaleza y la acción de Dios.
Cuando comprendemos esto, todo cambia. La iglesia no crea la misión; nos unimos a ella. Como dice Jesús: “Como el Padre me envió, así también yo los envío a ustedes” (Juan 20:21). Estamos invitados a una historia que comenzó mucho antes que nosotros y que continuará hasta que toda nación, tribu y lengua comparezca ante el trono (Apocalipsis 7:9). Hay tanto peso como asombro en este llamado: el peso de participar en la obra redentora de Dios y el asombro de que Él nos invite a ella. Nuestras iglesias no se involucran en la misión porque sea estratégica o beneficiosa, sino porque refleja el corazón mismo de Dios. Ser su pueblo es ser enviados.


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