Missions Begins with God

by | Apr 19, 2026 | Missions and the Cell Church | 0 comments

By Robert M. Lay, Cell Church Ministry Brazil

From the very beginning, God desired fellowship. After creating Adam and Eve, he pursued a relationship with them. After the fall, he went looking for them. After the flood, he preserved a remnant through Noah. He called Abraham — the first missionary, I would argue — to be a blessing to all nations (Genesis 12). From that moment, God’s global purpose was clear: all peoples on earth would be blessed through him.

God is a global God. Seeking and saving the lost is not simply something he does — it is who he is.

After Abraham came Moses, sent to rescue God’s people from Egypt. After Moses, the prophets guided Israel back to faithfulness. And then, in the fullness of time, God sent his own Son — bringing his kingdom to earth, saving a people, and giving them a new identity and a clear mission.

God sent his Son. His Son sends us.

Our assignment is straightforward: make disciples of all nations. Jesus described it in three movements — going, baptizing, and teaching others to obey. He also gave us a geographic sequence:

  • Jerusalem — Begin at home. Win and disciple the people in your own Oikos, your relational world.
  • Judea — Go a little further, to those of similar culture and background.
  • Samaria — Cross-cultural boundaries. Step into unfamiliar territory.
  • The ends of the earth — Reach those with entirely different languages, customs, and worldviews. The unreached.

This progression matters. Jerusalem is not just a starting point — it is a training ground. Every church member is called to make disciples where they live, and in doing so, they are being shaped into the missionaries God will one day send further out.

This is where the cell church has a distinct advantage. One of the core goals of every cell is for each member to reach their Oikos for Christ. That hands-on experience — winning people, walking with them, training them to do the same — is the best possible preparation for missionary work. A cell member who has done this faithfully at home is ready, with some additional preparation, to be sent anywhere in the world and be genuinely effective.

The problem is that many missionary candidates are selected primarily on the basis of theological training, with less attention given to whether they have actually led people to Christ and discipled them. Theological training is important — but it is not sufficient on its own. This imbalance may explain why discouragement is so common on the mission field, and why, in Brazil, many missionaries never return after their first home leave.

Cell churches are uniquely positioned to send out missionaries who are not only theologically grounded but practically proven — people who have led, discipled, and multiplied at every level of the church’s life.

In the end, mission work always comes back to this: God is at work. He has always been at work. Our calling is simply to join him.

Help us, God.

Robert Lay

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Missões Começam com Deus
por Robert M. Lay, Ministério Igreja em Células Brasil

Desde o princípio, Deus desejou comunhão. Após criar Adão e Eva, Ele buscou um relacionamento com eles. Após a Queda, Ele foi procurá-los. Após o Dilúvio, Ele preservou um remanescente por meio de Noé. Ele chamou Abraão — o primeiro missionário, eu argumentaria — para ser uma bênção para todas as nações (Gênesis 12). A partir desse momento, o propósito global de Deus tornou-se claro: todos os povos da terra seriam abençoados por meio dele.

Deus é um Deus global. Buscar e salvar os perdidos não é simplesmente algo que Ele faz — é quem Ele é.

Depois de Abraão, veio Moisés, enviado para resgatar o povo de Deus do Egito. Depois de Moisés, os profetas guiaram Israel de volta à fidelidade. E, então, na plenitude dos tempos, Deus enviou Seu próprio Filho — trazendo Seu reino à terra, salvando um povo e conferindo-lhes uma nova identidade e uma missão clara.

Deus enviou Seu Filho. Seu Filho nos envia.

Nossa tarefa é direta: fazer discípulos de todas as nações. Jesus a descreveu em três movimentos: ir, batizar e ensinar outros a obedecer. Ele também nos indicou uma sequência geográfica:

  • Jerusalém — Comece em casa. Ganhe e discipule as pessoas em seu próprio Oikos — seu círculo de relacionamentos.
  • Judeia — Vá um pouco mais longe, até aqueles que compartilham cultura e origens semelhantes.
  • Samaria — Transponha as fronteiras culturais. Adentre territórios desconhecidos.
  • Os confins da terra — Alcance aqueles com idiomas, costumes e cosmovisões totalmente distintos. Os não alcançados.

Essa progressão é fundamental. Jerusalém não é apenas um ponto de partida — é um campo de treinamento. Todo membro da igreja é chamado a fazer discípulos onde vive e, ao fazê-lo, está sendo moldado para se tornar o missionário que Deus, um dia, enviará para mais longe.

É nesse ponto que a igreja em células possui uma vantagem distinta. Um dos objetivos centrais de cada célula é que cada membro alcance seu Oikos para Cristo. Essa experiência prática — ganhar pessoas, caminhar com elas, treiná-las para fazerem o mesmo — constitui a melhor preparação possível para o trabalho missionário. Um membro de célula que tenha realizado essa tarefa fielmente em seu próprio ambiente estará pronto — com algum preparo adicional — para ser enviado a qualquer lugar do mundo e atuar com genuína eficácia. O problema é que muitos candidatos a missionários são selecionados, primordialmente, com base em sua formação teológica, recebendo menos atenção o fato de terem, de fato, conduzido pessoas a Cristo e as discipulado. A formação teológica é importante — mas, por si só, não é suficiente. Esse desequilíbrio pode explicar por que o desânimo é tão comum no campo missionário e por que, no Brasil, muitos missionários nunca retornam após sua primeira licença para visitar a pátria.

As igrejas em células encontram-se em uma posição singular para enviar missionários que não sejam apenas teologicamente fundamentados, mas também comprovados na prática — pessoas que lideraram, discipularam e se multiplicaram em todos os níveis da vida da igreja.

No fim das contas, o trabalho missionário sempre se resume a isto: Deus está em ação. Ele sempre esteve em ação. Nosso chamado é, simplesmente, unir-nos a Ele.

Ajuda-nos, ó Deus.
Robert Lay

Spanish blog:

La misión comienza con Dios.

Por Robert M. Lay, Ministerio de la Iglesia Celular, Brasil

Desde el principio, Dios anhelaba la comunión. Tras crear a Adán y Eva, buscó establecer una relación con ellos. Después de la caída, los buscó. Tras el diluvio, preservó un remanente a través de Noé. Llamó a Abraham —el primer misionero, diría yo— para que fuera una bendición para todas las naciones (Génesis 12). Desde ese momento, el propósito global de Dios quedó claro: todos los pueblos de la tierra serían bendecidos por medio de él.

Dios es un Dios universal. Buscar y salvar a los perdidos no es simplemente algo que hace, sino que es su esencia.

Tras Abraham llegó Moisés, enviado para rescatar al pueblo de Dios de Egipto. Después de Moisés, los profetas guiaron a Israel de regreso a la fidelidad. Y entonces, en la plenitud de los tiempos, Dios envió a su propio Hijo, trayendo su reino a la tierra, salvando a un pueblo y dándole una nueva identidad y una misión clara.

Dios envió a su Hijo. Su Hijo nos envía.

Nuestra misión es sencilla: hacer discípulos de todas las naciones. Jesús la describió en tres etapas: ir, bautizar y enseñar a otros a obedecer. También nos dio una secuencia geográfica:

  • Jerusalén — Empieza en casa. Gana y discipula a la gente de tu propio oikos, tu mundo relacional.
  • Judea — Ve un poco más lejos, a aquellos con una cultura y antecedentes similares.
  • Samaria — Fronteras interculturales. Adéntrate en territorio desconocido.
  • Los confines de la tierra : llegar a aquellos con idiomas, costumbres y cosmovisiones completamente diferentes. A los que aún no han sido alcanzados.

Este progreso es importante. Jerusalén no es solo un punto de partida, sino también un campo de entrenamiento. Cada miembro de la iglesia está llamado a hacer discípulos donde vive, y al hacerlo, se están formando para ser los misioneros que Dios enviará algún día a otros lugares.

Aquí es donde la iglesia celular tiene una clara ventaja. Uno de los objetivos principales de cada célula es que cada miembro lleve a Cristo a su comunidad. Esa experiencia práctica —ganar almas, acompañarlas, capacitarlas para que hagan lo mismo— es la mejor preparación posible para la obra misionera. Un miembro de la célula que ha hecho esto fielmente en su comunidad está listo, con algo de preparación adicional, para ser enviado a cualquier parte del mundo y ser verdaderamente eficaz.

El problema radica en que muchos candidatos a misioneros son seleccionados principalmente en función de su formación teológica, prestando menos atención a si realmente han guiado a personas a Cristo y las han discipulado. La formación teológica es importante, pero no suficiente por sí sola. Este desequilibrio podría explicar por qué el desánimo es tan común en el campo misionero y por qué, en Brasil, muchos misioneros nunca regresan a su país después de su primer viaje.

Las iglesias celulares están en una posición privilegiada para enviar misioneros que no solo tienen una sólida base teológica, sino que también han demostrado su valía en la práctica: personas que han liderado, discipulado y multiplicado en todos los niveles de la vida de la iglesia.

En definitiva, la labor misionera siempre se reduce a esto: Dios está obrando. Siempre ha estado obrando. Nuestra vocación es simplemente unirnos a él.

Ayúdanos, Dios.

Robert

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Leader in Brazil cell church, www.celulas.com.br

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