Jesus’s Pattern of Team Leadership

by | May 13, 2026 | Leadership, Pastoral Team | 0 comments

By Scott Boren, The Center for Community and Mission — scottboren.blogspot.com| @mscottboren

Over the years, I’ve encountered many group leaders driven by an individualistic imagination — and honestly, most leaders tend to operate this way. Within this mindset, the group’s success or failure falls squarely on the leader’s shoulders. On some levels, it works. Sometimes it really is just easier to do it yourself. We celebrate these leaders — the ones who’ve started the most groups, led the longest, stayed the course. We give them prizes, parade them on stage, and honor their dedication.

I’m not dismissing that kind of recognition. But I do want to challenge the idea of the superhero leader — because when we examine the triune nature of God, many of our common leadership assumptions begin to unravel, even when they produce results.

The Logic of Trinitarian Leadership

Here is the basic framework:

  1. We are called to imitate God (Ephesians 5:1).
  2. God is triune — Father, Son, and Holy Spirit — living in eternal unity as three persons in one being. God is not a solitary individual but a community of love, each person distinct yet inseparably one.
  3. God leads us out of this character of love. He does not coerce or manipulate for the sake of outcomes. Jesus illustrates this perfectly: he led relationally, out of the communion he shared with the Father by the Spirit. He led by sharing life with his disciples rather than exerting power to produce results.
  4. Therefore, since we are called to imitate God’s way of leading, collaborative leadership is not merely a good strategy — it is God’s way.

When Results Aren’t the Point

This trinitarian way of leading does not always produce the outcomes we expect — and that troubled the disciples deeply. If Jesus was the Messiah, they reasoned, he should be delivering Messiah-sized results: driving out the Romans as David had driven out Israel’s enemies, restoring the temple as Moses had restored God’s presence. Jesus did none of it the way anyone anticipated.

That is the point.

Leading in a way that reflects the triunity of God is not primarily about producing numbers, though numbers may come. It is about subverting the principalities and powers that govern the normal patterns of our world — patterns built on control, force, and manipulation. These methods work, in their way. People can be compelled to line up. Many Christian leaders have accomplished genuinely good things through what might be called a “power-over” approach. But when we import worldly power structures into the church, we allow forces into our common life that can look, on the surface, deceptively — and dangerously — godly.

The Pattern of Foot-Washing Leadership

God has not called small group leaders to produce results as individuals. He has called us to lead according to the pattern revealed in Christ — to walk with people, in humility, washing feet. And not only to wash feet, but to train up a team that washes feet, so that they, in turn, can train others to do the same.

Leaders who wash feet are not protecting their position — they are inviting others into leadership. They are creating the conditions for a team to lead together under the guidance of the Spirit, as Jesus himself led.

That is the pattern. That is the call.

Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus by Scott Boren.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

O Padrão de Liderança em Equipe de Jesus

Por Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

Ao longo dos anos, vi muitos líderes de célula impulsionados por uma imaginação individualista. Na verdade, a maioria dos líderes tende a operar dessa maneira. Dentro dessa mentalidade, o sucesso (ou fracasso) do grupo cai diretamente sobre os ombros do líder. E em alguns níveis isso é eficaz; às vezes é mais fácil fazer isso “eu mesmo”. Honramos líderes individuais que iniciaram a maioria dos grupos ou que lideraram por mais tempo. Lhes damos prêmios, os elogiamos no púlpito e louvamos seus esforços.

Eu não estou denegrindo essas maneiras de honrar os líderes. No entanto, quero desafiar a noção do líder super-herói. Se considerarmos a natureza trina de Deus, logo descobriremos que muitas de nossas práticas comuns de liderança não correspondem, mesmo que produzam resultados. Aqui está uma lógica básica para o que estou falando:

  1. Nós somos chamados para imitar a Deus (Efésios 5:1).
  2. Deus é trino – Pai, Filho e Espírito Santo – e vive em eterna unidade como três pessoas em um ser. Deus é uma unidade social, uma comunidade de amor, enquanto ao mesmo tempo cada pessoa da Trindade é única.
  3. Deus vive e manifesta esse caráter de amor. Ele não coage ou força alguém por causa dos resultados. A vida de Jesus ilustra isso. Jesus conduziu relacionalmente através da comunhão que ele compartilhava com o Pai pelo Espírito. E ele liderou compartilhando a vida com os discípulos em vez de exercer poder para produzir resultados.
  4. Uma vez que somos chamados a imitar a maneira de liderar de Deus, então a liderança colaborativa é o caminho.

A forma trina de liderança modelada por Jesus nem sempre produz os resultados que antecipamos. Isso realmente incomodou os discípulos significativamente. Se eles estavam seguindo o Messias, então ele deveria produzir os resultados esperados de um Messias judeu. Ele deveria estabelecer o reino de Deus expulsando os romanos (conforme o modelo de seu grande líder Davi) e restaurar o templo e a presença de Deus (conforme o modelo de seu líder protótipo Moisés). Mas Jesus não fez essas coisas como qualquer judeu do primeiro século teria esperado.

Liderar de uma maneira que reflita a trindade de Deus não é produzir números, embora isso possa resultar em números. Trata-se de subverter os principados e as potestades do ar – os poderes, governantes e autoridades que controlam os modos normais de vida em nosso mundo. Os caminhos comuns do mundo operam de acordo com o controle, a força e a manipulação. Esses padrões podem produzir resultados porque as pessoas são compelidas a se alinhar. Isso é o que alguns chamam de mentalidade de “poder sobre”. É a maneira de fazer as coisas acontecerem, e muitos líderes cristãos fizeram muitas coisas boas assim. Os líderes individualistas estabelecem regras e afirmam seus poderes para alcançar seus objetivos. E quando importamos isso para a igreja, permitimos que os poderes mundanos se infiltrem em nossa vida juntos, com resultados que podem realmente parecer piedosos enganosamente (e perigosamente) na superfície.

Deus não chamou líderes de pequenos grupos para produzirem resultados como indivíduos. Deus chamou seus líderes para liderarem de acordo com o padrão revelado por Cristo. Devemos caminhar com pessoas, em humildade, lavando os pés a fim de treinar uma equipe que também lava pés. Líderes que lavam os pés estão convidando os outros para a liderança, para que possam trabalhar juntos para liderar o grupo de acordo com a liderança do Espírito.

—Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus

(“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, em tradução livre)

Spanish blog:

El patrón de liderazgo de equipo de Jesús

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

A lo largo de los años, he visto a muchos líderes celulares impulsados ​​por una imaginación individualista. De hecho, en la mayoría de los casos, la mayoría de los líderes tienden a operar de esta manera; dentro de esta mentalidad, el éxito (o fracaso) del grupo recae directamente sobre los hombros del líder. Y en algunos niveles es efectivo; a veces es simplemente más fácil hacerlo “yo mismo”. Honramos a los líderes individuales que han multiplicado la mayoría de los células o a los que llevan más tiempo le damos premios, los paseamos por el escenario y alabamos sus esfuerzos.

No estoy denigrando estas formas de honrar a los líderes. Sin embargo, quiero desafiar la noción del líder superhéroe. Si consideramos la naturaleza triple de Dios, pronto descubriremos que muchas de nuestras prácticas de liderazgo comunes no están a la altura, incluso si producen resultados. Aquí hay una lógica básica para lo que estoy hablando:

  1. Estamos llamados a imitar a Dios (Efesios 5: 1).
  2. Dios es una Trinidad -Padre, Hijo y Espíritu Santo-y vive en unidad eterna como tres personas en un solo ser. Dios es una unidad social, una comunidad de amor, mientras que al mismo tiempo cada persona de la Trinidad es única.
  3. Dios guía desde un carácter de amor. Él no coacciona ni fuerza a nadie por el bien de los resultados. La vida de Jesús ilustra esto, Jesús dirigió relacionalmente, fuera de la comunión que compartía con el Padre por el Espíritu. Y lideró al compartir la vida con los discípulos en lugar de ejercer el poder para producir resultados.
  4. Ya que estamos llamados a imitar la manera de guiar de Dios, entonces el liderazgo colaborativo es la manera de guiar de Dios.

La manera de liderar modelada por Jesús no siempre produce los resultados que anticipamos. Esto en realidad molestó a los discípulos de manera significativa. Si estaban siguiendo al Mesías, se suponía que debía producir los resultados que esperaban de un Mesías judío. Se suponía que debía establecer el reino de Dios echando a los romanos (como lo modeló su gran líder David) y restaurar el templo y la presencia de Dios (como lo modeló su líder prototípico Moisés). Pero Jesús no hizo estas cosas como lo hubiera esperado cualquier persona judía en el primer siglo.

Dirigir de una manera que refleje la trinidad de Dios no se trata de producir números, aunque pueden resultar en números. Se trata de subvertir los principados y los poderes del aire: los poderes, gobernantes y autoridades que controlan las formas normales de vida en nuestro mundo. Las formas comunes del mundo operan de acuerdo con el control, la fuerza y ​​la manipulación. Estos patrones pueden producir resultados porque las personas se ven obligadas a alinearse. Esto es lo que algunos llaman una mentalidad de “influencia”. Es la manera de hacer que las cosas sucedan, y muchos líderes cristianos han hecho muchas cosas buenas de esta manera. Los líderes individualistas establecen reglas y afirman sus poderes para lograr sus objetivos. Y cuando traemos esto a la iglesia, permitimos que los poderes mundanos entren a nuestra vida en comunidad, con resultados que en realidad pueden parecer engañosa-y peligrosamente-piadosos.

Dios no ha llamado a los líderes de células para producir resultados como individuos. Dios ha llamado a sus líderes a dirigir de acuerdo con el patrón revelado por Cristo. Debemos caminar con la gente, con humildad, lavando los pies para entrenar a un equipo que también se lava los pies para lavar los pies a los demás. Los líderes que lavan los pies invitan a otros a ser líderes para que puedan trabajar juntos y liderar a la célula acuerdo con la dirección del Espíritu.

-Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus. (Liderando células en la manera de Jesús)

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Joel Comiskey is founder of JCG Resources and author of many books

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