by Steve Cordle, Executive Director, The River Network International (trni.org)
I have often thought that if I could go back nearly thirty years, to when we first started with the cell church ministry paradigm, I would avoid using the term “group leader.” Too many people disqualified themselves from serving in the role by saying, “I am not the leader type.” They held a specific image of a leader and were convinced they were not one. Perhaps they saw a leader as someone with a bold, extroverted personality who naturally attracted followers and told them what to do.
However, that image does not describe the role or traits of a group leader. The most prominent traits of an effective group leader are love and prayer. Those who show love to their members and pray for them diligently are far more effective at multiplying groups than the stereotypical “leader” personality.
And because effective leaders love their group members, they care for their spiritual and personal well-being. They intercede on behalf of the member’s needs and development. In biblical terms, that means they “pastor” their members. They do not need to function as teachers, especially if the group’s format uses preset questions. But they do need to function as pastors.
Language creates culture, so we do need to give prayerful thought to the titles we use for those who lead groups. I realize that calling the group leader “pastor” may be even more intimidating for some than calling them “leader.”
I have concluded that if I could go back 30 years, I would probably still choose the term “group leader.” Rather than changing the term, I would spend more time helping people redefine what it means to be a Christ-centered leader. That is, to love, care, and pray for their members — a pastor by any other name.
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Portuguese blog:
Um Pastor, seja qual for o termo utilizado
Steve Cordle, Diretor Executivo, The River Network International (trni.org)
Eu frequentemente penso que se eu pudesse voltar cerca de trinta anos no tempo, ao ponto onde começamos a trabalhar no paradigma da igreja em células, eu evitaria utilizar o termo “líder de célula”. Muitas pessoas se consideraram inadequadas dizendo algo do tipo: “eu não levo jeito para líder”. Estas pessoas têm uma imagem do que seria um líder e estavam convencidas de que elas mesmas não eram líderes. Talvez elas vissem um líder como alguém com uma personalidade extrovertida e forte, que naturalmente atraía seguidores e era capaz de dizer o que essas pessoas deveriam fazer.
Entretanto esta imagem não descreve nem o papel nem as características de um líder de célula. As características mais importantes de um líder de célula eficaz são o amor e a oração. As pessoas que demonstram amor e oram diligentemente pelos membros da célula são muito mais eficazes na multiplicação dos grupos do que o líder com aquele estereótipo típico em sua personalidade.
Em virtude do seu amor pelos membros do grupo, os líderes eficazes se importam com o bem-estar espiritual e pessoal de cada um dos membros. Eles oram pelas necessidades e desenvolvimento dos membros. Em termos bíblicos, isso significa que eles “pastoreiam” os membros da célula. Eles não precisam funcionar como mestres, especialmente se o formato da célula pressupõe a utilização de perguntas previamente elaboradas. Mas eles precisam funcionar como pastores.
A linguagem participa na formação da cultura e por esta razão é importante que estejamos em oração e pensamos sobre os títulos que utilizamos para as pessoas que lideram as células. Eu compreendo, entretanto, que chamar os líderes de “pastores” pode ser até mais intimidador para alguns do que os chamar de “líderes”.
Minha conclusão é que se eu pudesse voltar 30 anos no tempo eu provavelmente ainda escolheria o termo “líder de célula”. Ao invés de mudar o termo, eu dedicaria mais tempo ajudando as pessoas a redefinir o que significa ser um líder centrado em Cristo. Isto significa amar, cuidar e orar pelos membros de sua célula, na prática, um pastor, seja qual nome for utilizado.
Spanish blog:
En definitiva, Un pastor
Por Steve Cordle, Director Ejecutivo de The River Network International ( trni.org )
A menudo he pensado que si pudiera retroceder casi treinta años, a cuando comenzamos con el modelo de ministerio de la iglesia celular, evitaría usar el término “líder de grupo”. Demasiadas personas se autoexcluían de ese rol diciendo: “No soy el tipo de líder”. Tenían una imagen específica de un líder y estaban convencidas de que no lo eran. Quizás veían a un líder como alguien con una personalidad audaz y extrovertida que atraía seguidores de forma natural y les decía qué hacer.
Sin embargo, esa imagen no describe el rol ni las características de un líder de grupo. Las características más importantes de un líder de grupo eficaz son el amor y la oración. Quienes demuestran amor a sus miembros y oran por ellos con diligencia son mucho más efectivos para multiplicar grupos que el estereotipo del “líder”.
Y dado que los líderes eficaces aman a los miembros de su grupo, se preocupan por su bienestar espiritual y personal. Interceden por las necesidades y el desarrollo de los miembros. En términos bíblicos, esto significa que los guían espiritualmente. No necesitan actuar como maestros, especialmente si el grupo utiliza preguntas preestablecidas. Pero sí necesitan actuar como pastores.
El lenguaje crea cultura, por lo que debemos reflexionar con detenimiento sobre los títulos que usamos para quienes dirigen grupos. Entiendo que llamar al líder del grupo “pastor” puede resultar incluso más intimidante para algunos que llamarlo “líder”.
He llegado a la conclusión de que, si pudiera retroceder 30 años, probablemente seguiría eligiendo el término “líder de grupo”. En lugar de cambiarlo, dedicaría más tiempo a ayudar a las personas a redefinir lo que significa ser un líder centrado en Cristo. Es decir, amar, cuidar y orar por sus miembros: en definitiva, un pastor.


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