Setting the Captives Free

by | Jun 24, 2026 | Cell Leader as Pastor and Facilitator | 0 comments

By Ralph Neighbour, The Shepherd’s Guidebook

While a cell group has a formal weekly gathering, its life is really embedded in the daily relationships and mutual sharing of lives. For that reason, its size simply must not exceed fifteen persons — but that’s not the critical factor. More important is participation. There must be adequate involvement of all the members in the life of the group. When the community grows larger than fifteen, this becomes difficult.

I remember one young mother, pregnant with her second child, who was also a “husband batterer.” When she would fly into fits of rage, her husband would try to defend himself from her fists and scratching nails, frying pans, or whatever was nearby that could be thrown. He had lived with this for four years, meekly trying to appease her and keep her anger from erupting. Six months prior, the couple had linked themselves to a cell group, though no one yet knew the storm that was coming.

Then, at the bank where he worked, a lonely divorcee encouraged him to take her out to lunch. Her warmth, loneliness, and gentle behavior captivated him. Before he knew what had happened, he was embroiled in an affair. When his wife found out, she went berserk. Thus, a few days before the birth of their second child, he moved into an apartment.

When the affair was discovered at the bank, both he and the woman were fired. The situation became increasingly miserable. He spent time with his wife at the hospital, helped her bring the baby home, and returned to his empty apartment.

The other young couples in the cell group had struggled with what to do about this situation for many weeks. They had privately counseled both the wife and the husband and fervently prayed for Christ to restore the home. Finally, on a Friday night, all the children in the group were farmed out to relatives and friends for the weekend. As the wives arrived at the young mother’s house, their husbands knocked on the door of the apartment where the husband was living. They drove him back to the family home, pulled sleeping bags out of their car trunks, and announced, “We are here for an indefinite period of time. Our Lord does not want your lives to be destroyed like this. We are going to talk, to pray, to do whatever we have to do — and we are not going to leave until you two get your lives straightened out and establish a decent home for these babies!”

By Sunday morning, the exhausted group had broken through. For the first time in her life, the wife had faced the strongholds in her life and had been set free from their power. With guidance from their group, they had remembered their first love for one another and why they had married. Christ was enthroned in their lives, and they were ready to grow in grace!

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Libertando os Cativos

Ralph Neighbour, The Shepherd’s Guidebook

A célula tem uma reunião formal semanal, mas sua vida está, na realidade, misturada nos relacionamentos diários e no compartilhar das vidas. É por esta razão que seu número não deve exceder a quinze pessoas, apesar de este não ser um fator crítico. A participação é um fator mais importante. É necessário que haja envolvimento por parte de todos os membros na vida do grupo. Isto é algo difícil de acontecer quando o número do grupo é maior do que quinze pessoas.

Lembro do caso de uma jovem mãe, ainda grávida de seu segundo filho, que era também uma agressora de seu marido. Quando entrava em uma de suas crises de fúria, seu marido era forçado a se defender de seus socos, suas unhas, frigideiras e seja lá o que for que estivesse próximo a ela e pudesse ser arremessado contra ele. Ele vivera desta maneira por quatro anos, humildemente tentando evitar que a fúria de sua esposa entrasse em erupção. Seis meses antes do fato que passarei a narrar, o casal havia se agregado a uma célula, apesar de ninguém saber ainda sobre a tempestade que aconteceria a seguir.

Foi então que uma jovem mulher divorciada e solitária, sua colega de trabalho no banco onde trabalhava, o encorajou a convidá-la para um almoço. A solidão, atenção e gentileza daquela mulher o cativaram. Antes que percebesse o que havia acontecido, ele já estava envolvido em um caso amoroso. Sua esposa surtou quando descobriu o que acontecera. Poucos dias antes do nascimento do segundo filho, ele se mudou para um outro apartamento.

Quando o relacionamento amoroso foi descoberto no banco, tanto ele quando a outra mulher foram demitidos. A situação se tornou absolutamente miserável. Ele passou algum tempo com sua esposa no hospital, ajudou-a a trazer o bebê para casa e retornou para seu novo apartamento vazio.

Os outros jovens casais da célula se debateram por muitas semanas sobre o que fazer naquela situação. Eles haviam aconselhado separadamente tanto a esposa quanto o marido e haviam orado fervorosamente para que Cristo restaurasse aquela família. Finalmente, em uma determinada noite de sexta-feira alguns parentes e amigos ficaram com as crianças durante um final de semana. As esposas da célula foram até a casa onde a mãe estava e seus maridos foram até o apartamento onde o marido estava morando. Eles o levaram de volta para sua casa e lá chegando tiraram sacos de dormir de seus carros, anunciando a seguir: “Estamos aqui sem data para irmos embora. Nosso Senhor não quer que suas vidas sejam destruídas assim. Vamos conversar, orar ou fazer o que tivermos que fazer. Não iremos embora até que vocês dois consertem suas vidas e estabeleçam um lar apropriado para seus bebês!”

Na manhã do domingo, aquele grupo, já exausto, conseguiu romper a situação. Pela primeira vez em sua vida, a esposa encarou as potestades em sua vida e foi liberta de seu cativeiro. Com a orientação das pessoas da célula, eles lembraram de seu primeiro amor e do motivo pelo qual decidiram se casa. Cristo foi entronizado em suas vidas e eles estavam prontos para crescer na Graça!

Spanish blog:

Liberando a los cautivos

Por Ralph Neighbour, La guía del pastor

Si bien un grupo celular tiene una reunión semanal formal, su vida se basa en las relaciones cotidianas y el intercambio mutuo de experiencias. Por ello, su tamaño no debe superar las quince personas, pero ese no es el factor crucial. Lo más importante es la participación. Debe haber una participación adecuada de todos los miembros en la vida del grupo. Cuando la comunidad supera las quince personas, esto se vuelve difícil.

Recuerdo a una joven madre, embarazada de su segundo hijo, que también maltrataba a su marido. Cuando estallaba en cólera, su esposo intentaba defenderse de sus puños, sus uñas afiladas, sartenes o cualquier cosa que tuviera a mano para lanzar. Había soportado esto durante cuatro años, intentando con resignación calmarla y evitar que su ira estallara. Seis meses antes, la pareja se había unido a un grupo de apoyo, aunque nadie imaginaba aún la tormenta que se avecinaba.

Luego, en el banco donde trabajaba, una mujer divorciada y solitaria lo invitó a almorzar. Su calidez, soledad y dulzura lo cautivaron. Sin darse cuenta, se vio envuelto en una aventura amorosa. Cuando su esposa se enteró, se enfureció. Así, pocos días antes del nacimiento de su segundo hijo, se mudó a un apartamento.

Cuando se descubrió la infidelidad en el banco, tanto él como la mujer fueron despedidos. La situación se volvió cada vez más insostenible. Pasó tiempo con su esposa en el hospital, la ayudó a llevar al bebé a casa y regresó a su apartamento vacío.

Las demás parejas jóvenes del grupo habían estado lidiando con la situación durante muchas semanas. Habían aconsejado en privado tanto a la esposa como al esposo y orado fervientemente para que Cristo restaurara el hogar. Finalmente, un viernes por la noche, todos los niños del grupo fueron enviados al cuidado de familiares y amigos durante el fin de semana. Cuando las esposas llegaron a la casa de la joven madre, sus esposos llamaron a la puerta del apartamento donde vivía el esposo. Lo llevaron de regreso a la casa familiar, sacaron sacos de dormir de los maleteros de sus autos y anunciaron: “Nos quedaremos aquí por tiempo indefinido. Nuestro Señor no quiere que sus vidas se arruinen así. Vamos a hablar, a orar, a hacer lo que sea necesario, ¡y no nos iremos hasta que ustedes dos pongan sus vidas en orden y establezcan un hogar digno para estos niños!”.

Para el domingo por la mañana, el grupo, exhausto, había logrado un gran avance. Por primera vez en su vida, la esposa había enfrentado las ataduras que la oprimían y se había liberado de su poder. Guiados por el grupo, recordaron el amor que se tenían desde el principio y el motivo de su matrimonio. Cristo reinaba en sus vidas, ¡y estaban listos para crecer en la gracia!

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Ralph Neighbour, Jr.

Ralph Neighbour, Jr.

Pioneer of the cell church movement. Author of numerous books, including, Where Do We Go from Here.

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