By Joel Comiskey, Groups that Thrive
Jesus taught the multitude but spent the majority of the time ministering to his disciples. This might seem counterintuitive. Why not spend the most time with the most people? Why prioritize a group of twelve? Jesus knew that interactive, quality time with the few would ensure that his movement would continue after he left. Teaching them in a crowd while they sat and listened was not sufficient to fully prepare them. He needed them to participate and learn from their experiences. This is how empowered Christians are formed.
Jesus didn’t simply teach his disciples about prayer. Rather, he empowered them to pray by allowing them to see him in practice. When the disciples finally asked him what he was doing, he seized upon the opportunity to teach them about prayer (Lk. 11:1-4). Instead of offering a class on hermeneutics or exegesis, Jesus quoted Scripture in his dialogue and then explained the Scripture’s meaning to them (66 references to the Old Testament in his dialogue with the disciples).
The same is true with evangelism. Jesus evangelized people in the presence of his disciples and then instructed them afterward. He sent them forth to apply what he taught them. On one occasion the disciples reported to Jesus about their evangelism tour, “Lord, even the demons submit to us in your name” (Lk.10:17). Jesus seized the opportunity to instruct them further and to offer further guidelines: “. . . do not rejoice that the spirits submit to you, but rejoice that your names are written in heaven” (Lk.10:20). Christ knew that theoretical information separated from practical experience would have little lasting value.
Christ was constantly reviewing his disciples’ experiences and offering additional commentary (Mk. 9:17-29; 6:30-44). His pattern was to:
- Give the disciples experiences and allow them to make personal observations.
- Use the experiences and observations as a starting point to teach a lesson.
People learn best when doing, but they must not be left to themselves. They need personal supervision and guidance to carry on with the work effectively.
Jesus chose the small-group setting so that everyone would be involved and no one would remain on the sidelines. He encouraged his disciples to minister in homes (Luke 9 & 10), and after Pentecost, his disciples met from house to house, where everyone could participate and use their spiritual gifts (1 Peter 4:9). Small groups are the perfect setting for everyone to participate and grow.
Empowering your members will create group ownership and turn your group into a dynamic, thriving small group.
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Portuguese blog:
Como Jesus Capacitou Seus Discípulos — e o Que Isso Significa Para o Seu Pequeno Grupo
Por Joel Comiskey, Groups that Thrive
Jesus ensinava a multidão, mas passava a maior parte do tempo ministrando aos seus discípulos. Isso pode parecer contraintuitivo. Por que não dedicar mais tempo ao maior número de pessoas? Por que priorizar um grupo de doze? Jesus sabia que um tempo de qualidade e interação com os poucos garantiria que seu movimento continuasse depois que ele partisse. Ensiná-los em meio a uma multidão, apenas sentados a ouvir, não era suficiente para prepará-los plenamente. Ele precisava que participassem e aprendessem com suas próprias experiências. É assim que se formam cristãos capacitados.
Jesus não simplesmente ensinou seus discípulos sobre oração. Ao contrário, ele os capacitou a orar permitindo que o vissem na prática. Quando os discípulos finalmente lhe perguntaram o que ele estava fazendo, ele aproveitou a oportunidade para ensiná-los sobre oração (Lc. 11:1-4). Em vez de oferecer uma aula de hermenêutica ou exegese, Jesus citava as Escrituras em seu diálogo e depois explicava seu significado a eles (66 referências ao Antigo Testamento em seu diálogo com os discípulos).
O mesmo vale para o evangelismo. Jesus evangelizava as pessoas na presença de seus discípulos e depois os instruía. Ele os enviava para colocar em prática o que havia ensinado. Em certa ocasião, os discípulos relataram a Jesus sobre sua excursão evangelística: “Senhor, até os demônios se submetem a nós em teu nome” (Lc. 10:17). Jesus aproveitou a oportunidade para instruí-los ainda mais e oferecer novas diretrizes: “. . . não se alegrem porque os espíritos se submetem a vocês, mas alegrem-se porque os seus nomes estão escritos nos céus” (Lc. 10:20). Cristo sabia que informação teórica separada da experiência prática teria pouco valor duradouro.
Cristo revisava constantemente as experiências de seus discípulos e oferecia comentários adicionais (Mc. 9:17-29; 6:30-44). Seu padrão era:
· Dar aos discípulos experiências e permitir que fizessem observações pessoais.
· Usar essas experiências e observações como ponto de partida para ensinar uma lição.
As pessoas aprendem melhor fazendo, mas não devem ser deixadas por conta própria. Elas precisam de supervisão e orientação pessoal para dar continuidade ao trabalho de forma eficaz.
Jesus escolheu o ambiente do pequeno grupo para que todos estivessem envolvidos e ninguém ficasse à margem. Ele encorajou seus discípulos a ministrar em lares (Lucas 9 e 10), e depois de Pentecostes, seus discípulos se reuniam de casa em casa, onde todos podiam participar e usar seus dons espirituais (1 Pedro 4:9). Os pequenos grupos são o ambiente perfeito para que todos participem e cresçam.
Capacitar seus membros criará senso de pertencimento no grupo e transformará seu grupo em um pequeno grupo dinâmico e próspero.
Spanish blog:
Cómo Jesús empoderó a sus discípulos y qué significa esto para tu pequeño grupo.
Por Joel Comiskey, Células Exitosas
Jesús enseñó a la multitud, pero dedicó la mayor parte del tiempo a sus discípulos. Esto podría parecer contradictorio. ¿Por qué no dedicar más tiempo a la mayor cantidad de personas? ¿Por qué priorizar a un grupo de doce? Jesús sabía que el tiempo de calidad e interactivo con unos pocos aseguraría la continuidad de su movimiento tras su partida. Enseñarles en medio de una multitud, mientras ellos simplemente escuchaban, no era suficiente para prepararlos por completo. Necesitaba que participaran y aprendieran de sus experiencias. Así es como se forman los cristianos empoderados.
Jesús no se limitó a enseñar a sus discípulos sobre la oración. Más bien, los capacitó para orar al permitirles verlo en acción. Cuando finalmente le preguntaron qué estaba haciendo, aprovechó la oportunidad para enseñarles sobre la oración (Lc. 11:1-4). En lugar de impartir una clase de hermenéutica o exégesis, Jesús citó las Escrituras en su diálogo y luego les explicó su significado (66 referencias al Antiguo Testamento en su diálogo con los discípulos).
Lo mismo ocurre con la evangelización. Jesús evangelizaba en presencia de sus discípulos y luego los instruía. Los enviaba a aplicar lo que les enseñaba. En una ocasión, los discípulos le comentaron a Jesús sobre su labor evangelizadora: “Señor, ¡hasta los demonios se nos someten en tu nombre!” (Lc. 10:17). Jesús aprovechó la oportunidad para instruirlos aún más y ofrecerles nuevas pautas: “…no se alegren de que los espíritus se les sometan, sino de que sus nombres estén escritos en el cielo” (Lc. 10:20). Cristo sabía que la información teórica, separada de la experiencia práctica, tendría poco valor duradero.
Cristo revisaba constantemente las experiencias de sus discípulos y ofrecía comentarios adicionales (Mc. 9:17-29; 6:30-44). Su método consistía en:
- Brinda a los discípulos experiencias y les permite hacer observaciones personales.
- Utiliza las experiencias y observaciones como punto de partida para impartir una lección.
Las personas aprenden mejor practicando, pero no se les debe dejar solas. Necesitan supervisión y orientación personal para realizar el trabajo de manera eficaz.
Jesús eligió grupos pequeños para que todos participaran y nadie se quedara al margen. Animó a sus discípulos a ministrar en los hogares (Lucas 9 y 10), y después de Pentecostés, se reunieron de casa en casa, donde todos podían participar y usar sus dones espirituales (1 Pedro 4:9). Los grupos pequeños son el entorno perfecto para que todos participen y crezcan espiritualmente.
Empoderar a tus miembros creará un sentido de pertenencia al grupo y convertirá a tu grupo en un pequeño grupo dinámico y próspero.


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