By Joel Comiskey, Leadership Explosion
Feasibility must guide cell leadership development. Will your potential leaders actually graduate from the program? Do you know when, and how many? Are the requirements too rigid, or the options too few? Feasibility isn’t a detail; it’s the foundation.
Feasibility also applies to how a training plan gets executed, not just how it’s designed. I remember the early days of the leadership training program in one church I served. Our small-group cell leadership training got lost inside the church’s general educational ministry. On one occasion, the pastoral team spent an entire day charting the educational process for every church member. We decided that potential leaders had to complete about four levels of our Bible Academy, a sophisticated name for adult Sunday school.
Everything looked immaculate on paper. We had solved our problems, but it was only theoretical. But our proud system failed because it wasn’t doable or trackable. We let it die, quietly, all by itself.
Experiences like that one taught me that feasibility is central to cell leadership training. Successful cell churches know nothing of fuzziness and fog in their training. The track is clear, and many have boarded the train. The best equipping tracks include:
- A clear place to start
- Precise knowledge about where to go
- A clear picture of victory — leading a cell group
This is a world apart from the traditional model, where everyone gets funneled through a general educational system with no clear destination. That system fails to equip the whole church, and the people who most need equipping rarely show up. Because there’s little clarity about what to do with lay people after training, the “solution” becomes more training, with little practical application.
Train Through Delegation
I’ve kicked myself more than once for not developing national leaders sooner. After all, no one could lead cell ministry quite like I could — or so I told myself, while I waited to hand my ministry to others. Looking back, I see the mistake clearly. Thankfully, I had another chance to return to that same church and start cell ministry again, this time with nationals in charge from the beginning.
Handing over a group to a new leader is an art. Actually, it’s a planned strategy. Some call it “benign neglect.” Randall Neighbour puts it this way: increasingly involve your leader-in-training, and no later than month six, announce to the cell that you’re stepping aside, giving them responsibility for half the group (the stronger half, naturally) from the start of the cycle.
Cell leaders must keep their eyes open for those who will eventually take the helm, and invest most of their time there. Don’t be like Moses, who tried to do everything himself and ended up with over a million people clamoring for his attention. Because he failed to train others, his father-in-law Jethro gave him a gentle rebuke: “The work is too heavy for you; you cannot handle it alone” (Exodus 18:17-18).
Moses listened, and appointed leaders at every level. The word for what Jethro taught him is decentralize, empowering others instead of doing it all yourself. It’s often easier and faster to do it ourselves. But Jesus made time to train his twelve. It was his chief priority. When a cell leader does everything himself, others lose the chance to exercise their gifts, serve, and grow.
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Torne Isso Praticável
Joel Comiskey, Leadership Explosion
A viabilidade deve orientar o desenvolvimento da liderança de células. Seus futuros líderes realmente concluirão o programa? Você sabe quando isso acontecerá e quantos chegarão ao final? Os requisitos são rígidos demais ou as opções são poucas demais? A viabilidade não é um detalhe, é o fundamento de tudo.
A viabilidade também se aplica à maneira como um plano de capacitação é colocado em prática, e não apenas à forma como é elaborado. Lembro-me dos primeiros dias do programa de treinamento de líderes em uma igreja onde servi. A capacitação para a liderança de células de pequenos grupos acabou se perdendo dentro do ministério geral de educação da igreja. Certa vez, a equipe pastoral passou um dia inteiro organizando o processo de formação de todos os membros da igreja. Decidimos que os futuros líderes precisariam concluir aproximadamente quatro níveis de nossa Academia Bíblica, um nome sofisticado para a escola bíblica dominical de adultos.
No papel, tudo parecia impecável. Havíamos resolvido nossos problemas, mas apenas em teoria. Nosso sistema, do qual tanto nos orgulhávamos, fracassou porque não era praticável nem permitia um acompanhamento adequado. Nós o deixamos morrer silenciosamente, por conta própria.
Experiências como essa me ensinaram que a viabilidade é fundamental para a capacitação de líderes de células. Igrejas em células bem-sucedidas não trabalham com indefinição ou confusão em seus processos de treinamento. A trilha é clara, e muitas pessoas já estão percorrendo esse caminho. As melhores trilhas de capacitação incluem:
- Um ponto de partida claro;
- Conhecimento preciso sobre o próximo destino;
- Uma visão clara da vitória: liderar uma célula.
Isso é completamente diferente do modelo tradicional, no qual todos são encaminhados por um sistema geral de educação, sem um destino claramente definido. Esse sistema não consegue capacitar toda a igreja, e as pessoas que mais precisam de capacitação raramente participam. Como há pouca clareza sobre o que fazer com os membros depois do treinamento, a “solução” acaba sendo oferecer ainda mais treinamento, com pouca aplicação prática.
Capacite por meio da delegação
Mais de uma vez eu lamentei não ter desenvolvido líderes nacionais mais cedo. Afinal, ninguém poderia liderar o ministério de células tão bem quanto eu, ou pelo menos era isso que eu dizia a mim mesmo enquanto adiava a transferência do ministério para outras pessoas. Olhando para trás, vejo claramente o meu erro. Felizmente, tive outra oportunidade de voltar à mesma igreja e iniciar novamente o ministério de células, dessa vez colocando líderes do próprio local à frente do processo desde o início.
Transferir uma célula para um novo líder é uma arte. Na verdade, é uma estratégia planejada. Alguns chamam isso de “negligência benigna”. Randall Neighbour expressa essa ideia da seguinte maneira: envolva progressivamente o líder em treinamento e, no máximo até o sexto mês, anuncie à célula que você está deixando a liderança, entregando a ele a responsabilidade por metade do grupo, obviamente, a metade mais forte, desde o início do ciclo.
Os líderes de célula precisam estar atentos àqueles que, futuramente, assumirão a liderança e devem investir neles a maior parte de seu tempo. Não seja como Moisés, que tentou fazer tudo sozinho e acabou tendo mais de um milhão de pessoas clamando por sua atenção. Como não conseguiu treinar outras pessoas, seu sogro, Jetro, fez-lhe uma repreensão gentil:
“O trabalho é pesado demais para você; você não pode fazê-lo sozinho.” (Êxodo 18:17-18)
Moisés ouviu o conselho e estabeleceu líderes em todos os níveis. A palavra que descreve aquilo que Jetro lhe ensinou é descentralizar: capacitar outras pessoas em vez de tentar fazer tudo sozinho. Muitas vezes, parece mais fácil e mais rápido fazer tudo por conta própria. Mas Jesus dedicou tempo para treinar os doze. Essa era sua principal prioridade. Quando um líder de célula faz tudo sozinho, os demais perdem a oportunidade de exercer seus dons, servir e crescer.
Spanish blog:
Hazlo Factible
Por Joel Comiskey, Explosión del Liderazgo
La viabilidad debe guiar el desarrollo del liderazgo celular. ¿Se graduarán realmente sus líderes potenciales del programa? ¿Sabe cuándo y cuántos? ¿Son los requisitos demasiado rígidos, o las opciones demasiado escasas? La viabilidad no es un detalle, es el fundamento.
La viabilidad también se aplica a cómo se ejecuta un plan de capacitación, no solo a cómo se diseña. Recuerdo los primeros días del programa de capacitación de liderazgo en una iglesia donde serví. Nuestra capacitación de liderazgo de grupos pequeños se perdió dentro del ministerio educativo general de la iglesia. En una ocasión, el equipo pastoral pasó un día entero trazando el proceso educativo para cada miembro de la iglesia. Decidimos que los líderes potenciales debían completar unos cuatro niveles de nuestra Academia Bíblica, un nombre sofisticado para la escuela dominical de adultos.
Todo se veía impecable en papel. Habíamos resuelto nuestros problemas, pero solo en teoría. Nuestro orgulloso sistema fracasó porque no era realizable ni medible. Lo dejamos morir, en silencio, por sí solo.
Experiencias como esa me enseñaron que la viabilidad es central para la capacitación de líderes celulares. Las iglesias celulares exitosas no conocen la confusión ni la ambigüedad en su capacitación. El camino es claro, y muchos han subido al tren. Las mejores rutas de equipamiento incluyen:
- Un punto de partida claro
- Un conocimiento preciso de hacia dónde ir
- Una imagen clara de la victoria — dirigir un grupo celular
Esto es un mundo aparte del modelo tradicional, donde todos son canalizados a través de un sistema educativo general sin un destino claro. Ese sistema no logra equipar a toda la iglesia, y las personas que más necesitan capacitación rara vez aparecen. Debido a que hay poca claridad sobre qué hacer con los laicos después de la capacitación, la “solución” se convierte en más capacitación, con poca aplicación práctica.
Capacite a Través de la Delegación
Me he arrepentido más de una vez por no haber desarrollado líderes nacionales antes. Después de todo, nadie podía dirigir el ministerio celular como yo — o eso me decía a mí mismo, mientras esperaba para entregar mi ministerio a otros. Mirando atrás, veo el error con claridad. Afortunadamente, tuve otra oportunidad de regresar a esa misma iglesia y comenzar el ministerio celular de nuevo, esta vez con nacionales a cargo desde el principio.
Entregar un grupo a un nuevo líder es un arte. En realidad, es una estrategia planificada. Algunos lo llaman “negligencia benigna”. Randall Neighbour lo expresa así: involucre cada vez más a su líder en capacitación, y no más tarde del sexto mes, anuncie al grupo que usted se hará a un lado, entregándoles la responsabilidad de la mitad del grupo (la mitad más fuerte, por supuesto) desde el inicio del ciclo.
Los líderes celulares deben mantener los ojos abiertos para identificar a quienes eventualmente tomarán el timón, e invertir la mayor parte de su tiempo allí. No sea como Moisés, quien trató de hacerlo todo él mismo y terminó con más de un millón de personas reclamando su atención. Debido a que no logró capacitar a otros, su suegro Jetro le dio una amable reprensión: “El trabajo es demasiado pesado para ti; no puedes hacerlo solo” (Éxodo 18:17-18).
Moisés escuchó, y nombró líderes en cada nivel. La palabra para lo que Jetro le enseñó es descentralizar, empoderar a otros en lugar de hacerlo todo uno mismo. A menudo es más fácil y rápido hacerlo nosotros mismos. Pero Jesús se tomó el tiempo para capacitar a sus doce. Fue su prioridad principal. Cuando un líder celular lo hace todo él mismo, otros pierden la oportunidad de ejercer sus dones, servir y crecer.

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