By Joel Comiskey, Leadership Explosion
In Part 1, I talked about our early experience training leaders in Ecuador — how one-on-one training fell flat in a group-oriented culture, and how a single equipping track can and should be delivered through many different formats: Sunday school, before or after the cell, a retreat weekend, a hybrid online track, or coaching layered on top of group teaching. None of those formats is more spiritual than another. But the format isn’t just a delivery mechanism either. It shapes the leader you end up with.
There’s something fitting about training cell leaders the same way we want them to lead: relationally, in community, learning alongside others rather than in isolation. A leader trained only in private, one-on-one settings can end up leading the same way — disconnected from the group dynamic that makes cell ministry work in the first place. When we train in groups, we’re not just transferring information faster. We’re modeling the very thing we’re asking new leaders to go create.
The greatest threat to a training track isn’t a wrong method. It’s a stalled one — the trainee who starts strong and quietly drops off because the format never fit their life, their culture, or their personality. That’s why flexibility isn’t a compromise on quality; it’s what keeps people moving all the way through.
The Goal: Everyone Trained, No One Left Behind
An important goal of the cell church is making sure every single person enters and completes the training. Not most people. Not the naturally motivated ones. Everyone.
To make that happen, we need one clear track — and the humility to offer as many doors into it as it takes to get people through. Some will thrive one-on-one. Most, in my experience, will come alive in a group. A few will need a retreat weekend or a screen at home before they’re ready to sit in a circle with others. Meet them where they are. The destination doesn’t move. The path there can.
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Desenvolvimento de Liderança de Células (Parte 2): Por que o Formato Importa Mais do que Pensamos
por Joel Comiskey, Crescimento Explosivo da Igreja em Células
Na Parte 1, falei sobre nossa experiência inicial treinando líderes no Equador — como o treinamento individual não funcionou bem em uma cultura voltada para o grupo, e como um único programa de capacitação pode e deve ser ministrado por meio de vários formatos diferentes: escola dominical, antes ou depois da reunião da célula, um retiro de fim de semana, um formato híbrido online ou supervisão combinada com o ensino em grupo. Nenhum desses formatos é mais espiritual do que o outro. Mas o formato também não é apenas um meio de transmissão; ele molda o tipo de líder que se forma no final.
Há algo muito apropriado em treinar líderes de célula da mesma maneira que queremos que eles liderem: de forma relacional, em comunidade, aprendendo ao lado de outros em vez de isoladamente. Um líder treinado apenas em ambientes privados e individuais pode acabar liderando da mesma forma — desconectado da dinâmica de grupo que faz o ministério de células funcionar. Quando treinamos em grupos, não estamos apenas transmitindo informações mais rapidamente. Estamos modelando aquilo que pedimos aos novos líderes que criem.
A maior ameaça a um programa de treinamento não é um método equivocado. É um processo que estagna — o treinando que começa bem e desiste silenciosamente porque o formato nunca se adequou à sua vida, à sua cultura ou à sua personalidade. É por isso que a flexibilidade não significa abrir mão da qualidade; é ela que mantém as pessoas avançando até o fim.
O Objetivo: Todos Treinados, Ninguém Deixado para Trás
Um objetivo importante da igreja em células é garantir que cada pessoa inicie e conclua o treinamento. Não apenas a maioria. Não apenas os naturalmente motivados. Todos.
Para que isso aconteça, precisamos de um caminho claro — e da humildade para oferecer quantas portas de entrada forem necessárias para levar as pessoas até lá. Alguns prosperarão no formato individual. A maioria, em minha experiência, ganhará vida em grupo. Alguns precisarão de um retiro de fim de semana ou de uma tela em casa antes de estarem prontos para sentar em círculo com outras pessoas. Encontre-as onde elas estão. O destino não muda. O caminho até ele, sim.
Spanish blog:
Desarrollo del liderazgo celular (Parte 2): Por qué el formato importa más de lo que pensamos
Por Joel Comiskey, Leadership Explosion
En la primera parte, hablé de nuestra experiencia inicial formando líderes en Ecuador: cómo la formación individual no tuvo éxito en una cultura orientada al grupo, y cómo un mismo programa de capacitación puede y debe impartirse a través de diversos formatos: escuela dominical, antes o después de la célula, un retiro de fin de semana, un programa híbrido en línea o sesiones de coaching complementarias a la enseñanza grupal. Ninguno de estos formatos es más espiritual que otro. Pero el formato no es solo un mecanismo de impartición; moldea al líder que se forma.
Es muy apropiado capacitar a los líderes de células del mismo modo en que queremos que lideren: de forma relacional, en comunidad, aprendiendo junto a otros en lugar de hacerlo de forma aislada. Un líder capacitado únicamente en sesiones privadas e individuales puede terminar liderando de la misma manera, desconectado de la dinámica grupal que hace que el ministerio celular funcione. Cuando capacitamos en grupos, no solo transmitimos información más rápido, sino que también les mostramos con el ejemplo aquello que les pedimos a los nuevos líderes que creen.
La mayor amenaza para un programa de formación no es un método erróneo, sino uno estancado: el alumno que empieza con fuerza y luego abandona discretamente porque el formato nunca se adaptó a su vida, su cultura o su personalidad. Por eso, la flexibilidad no compromete la calidad; es lo que permite que las personas avancen hasta el final.
El objetivo: Que todos estén entrenados y que nadie se quede atrás.
Un objetivo importante de la iglesia celular es asegurar que cada persona ingrese y complete la capacitación. No solo la mayoría. No solo las personas con motivación natural. Todos.
Para lograrlo, necesitamos un camino claro y la humildad de ofrecer tantas oportunidades como sean necesarias para que las personas puedan avanzar. Algunos prosperarán en sesiones individuales. La mayoría, según mi experiencia, se sentirán más a gusto en grupo. Unos pocos necesitarán un fin de semana de retiro o un espacio en casa antes de estar listos para participar en una sesión grupal. Hay que estar presentes en su proceso. El destino es inmutable; el camino sí.

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