Clear Training Focus

by | Aug 25, 2026 | Equipping in the Cell Church, Leadership | 0 comments

By Joel Comiskey, Leadership Explosion

I’ve discovered that the best leadership training courses have a clear-cut beginning and end. There’s a definite place to start and a definite place to finish. Potential leaders graduate and begin leading. The best equipping tracks have no fuzziness.

I’ve also discovered that many traditional training programs lack a goal. The goal, although rarely stated outright, is to teach people information and hope they’ll eventually do something with it—perhaps make their own decision someday to lead a group. Paul Benjamin, criticizing the North American Sunday School model, put it bluntly: “. . . this is a school from which no one ever graduates.” (The Synergy Church, p. 64)

I call this “helter-skelter” training. It happens when a church sets up one general educational program and expects every member and potential leader to work through it at their own pace, in their own way. The intentions behind this approach are excellent. The results, unfortunately, are not. Many people fall through the cracks.

The trouble is there’s no easy way to track anyone’s progress through a system like this. Few people, sometimes not even the pastor, know who has taken which training, what training even exists, or who the future cell leaders will be. This fuzziness has a cost: candidates drop out. They get lost in the machinery of general education long before they ever reach a leadership role. It’s one of the most common and most damaging flaws in this “spray and pray” approach to leadership development.

The most effective cell churches take a different route. They design their training with a clear beginning and a clear end, aimed at a specific, stated goal: preparing a new convert to become a group leader or a member of a leadership team. Once that person becomes a team leader, they move into the next phase, the graduate-level training that builds on what came before.

Just as important, the training itself is woven into the cell structure. It isn’t a separate department running its own administration, calendar, or logic. The training system and the cell ministry “fit like a glove.” They function as one thing, not two.

This shows up differently from church to church. In many cell churches, training begins inside the cell itself, through a mentor-mentee relationship, since every member already participates in a cell group. In other cell churches, most training happens at the church level, organized by zones or homogeneous departments, but even there, everyone in training stays immediately connected to a cell.

Either way, the principle holds: clarity beats fuzziness. A leadership track with a defined start, a defined finish, and a tight connection to the cell structure will produce leaders. A general program with no finish line will mostly produce dropouts.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Foco Claro no Treinamento
por Joel Comiskey, Crescimento Explosivo da Igreja em Células

Descobri que os melhores cursos de treinamento de liderança têm um início e um fim bem definidos. Há um ponto claro de partida e um ponto claro de conclusão. Os líderes em potencial se formam e começam a liderar. Os melhores programas de treinamento não deixam margem para ambiguidades.

Também descobri que muitos programas de treinamento tradicionais carecem de um objetivo definido. O objetivo, embora raramente declarado de forma explícita, é transmitir informações às pessoas e esperar que elas, eventualmente, façam algo com esse conhecimento — talvez decidam, um dia, liderar um grupo. Paul Benjamin, ao criticar o modelo norte-americano de Escola Dominical, foi direto ao ponto: “…esta é uma escola da qual ninguém jamais se forma.” (The Synergy Church [A Igreja de Sinergia], p. 64)

Chamo isso de treinamento “Deus nos acuda.” Acontece quando uma igreja estabelece um programa educacional geral e espera que cada membro e líder em potencial o percorra em seu próprio ritmo e à sua própria maneira. As intenções por trás dessa abordagem são excelentes. Os resultados, infelizmente, não o são. Muitas pessoas acabam ficando pelo caminho.

O problema é que não há uma maneira fácil de acompanhar o progresso de alguém em um sistema como esse. Poucas pessoas — às vezes nem mesmo o pastor — sabem quem participou de qual treinamento, quais treinamentos sequer existem ou quem serão os futuros líderes de célula. Essa falta de clareza tem um custo: os candidatos desistem. Eles se perdem na engrenagem da educação geral muito antes de chegarem a uma função de liderança. Essa é uma das falhas mais comuns e prejudiciais nessa abordagem de desenvolvimento de liderança do tipo “atirar para todos os lados e torcer pelo melhor”.

As igrejas em células mais eficazes adotam um caminho diferente. Elas estruturam seu treinamento com um início e um fim claros, voltados para um objetivo específico e declarado: preparar um novo convertido para se tornar um líder de grupo ou membro de uma equipe de liderança. Assim que essa pessoa se torna líder de equipe, ela passa para a próxima fase — um treinamento de nível avançado que dá continuidade ao que foi aprendido anteriormente.

Igualmente importante é o fato de que o treinamento está integrado à estrutura das células. Não se trata de um departamento separado, com administração, calendário ou lógica próprios. O sistema de treinamento e o ministério de células “encaixam-se como uma luva”. Eles funcionam como uma coisa só, e não como duas.

Isso se manifesta de maneiras diferentes em cada igreja. Em muitas igrejas em células, o treinamento começa na própria célula, por meio de uma relação de mentoria, visto que todo membro já participa de um grupo de célula. Em outras igrejas em células, a maior parte do treinamento ocorre em nível de igreja, organizado por zonas ou departamentos específicos, mas, mesmo nesses casos, todos os que estão sendo treinados mantêm uma conexão direta com uma célula.

Seja como for, o princípio permanece: a clareza supera a indefinição. Uma trajetória de liderança com início e fim definidos, com uma conexão estreita com a estrutura de células, produzirá líderes. Um programa genérico, sem linha de chegada, produzirá, em sua maioria, pessoas que desistem pelo caminho.

Spanish blog:

Un enfoque claro en la capacitación
Por Joel Comiskey, Explosión del Liderazgo

He descubierto que los mejores cursos de capacitación en liderazgo tienen un inicio y un final bien definidos. Hay un punto concreto donde empezar y otro donde terminar. Los líderes en potencial se gradúan y comienzan a liderar. Los mejores programas de capacitación no tienen ambigüedades.

También he descubierto que muchos programas de capacitación tradicionales carecen de un objetivo. El objetivo, aunque rara vez se expresa abiertamente, es impartir información a las personas y esperar que, con el tiempo, hagan algo con ella —quizás algún día tomen la decisión por sí mismas de liderar un grupo—. Paul Benjamin, al criticar el modelo norteamericano de escuela dominical, lo expresó sin rodeos: “… esta es una escuela de la que nadie se gradúa jamás”. (The Synergy Church, p. 64)

A esto lo llamo capacitación “desordenada”. Ocurre cuando una iglesia establece un programa educativo general y espera que cada miembro y líder potencial lo siga a su propio ritmo, a su manera. Las intenciones detrás de este enfoque son excelentes. Los resultados, lamentablemente, no lo son. Muchas personas se quedan en el camino.

El problema es que no hay una manera fácil de dar seguimiento al progreso de nadie en un sistema como este. Pocas personas, a veces ni siquiera el pastor, saben quién ha tomado qué capacitación, qué capacitaciones existen o quiénes serán los futuros líderes de células. Esta falta de claridad tiene un costo: los candidatos desisten. Se pierden en la maquinaria de la educación general mucho antes de llegar a ocupar un rol de liderazgo. Es uno de los defectos más comunes y dañinos de este enfoque de “rociar y orar” para el desarrollo de líderes.

Las iglesias de células más efectivas toman un camino diferente. Diseñan su capacitación con un inicio y un final claros, orientada a un objetivo específico y declarado: preparar a un nuevo converso para que se convierta en líder de grupo o en miembro de un equipo de liderazgo. Una vez que esa persona se convierte en líder de equipo, pasa a la siguiente fase: la capacitación de nivel avanzado que se basa en lo aprendido anteriormente.

Igualmente importante es que la capacitación en sí misma está entretejida en la estructura celular. No es un departamento separado que opera con su propia administración, calendario o lógica. El sistema de capacitación y el ministerio celular «encajan como un guante». Funcionan como una sola cosa, no como dos.

Esto se manifiesta de manera diferente de una iglesia a otra. En muchas iglesias celulares, la capacitación comienza dentro de la propia célula, a través de una relación de mentor y aprendiz, ya que cada miembro ya participa en un grupo celular. En otras iglesias de células, la mayor parte de la capacitación se lleva a cabo a nivel de la iglesia, organizada por zonas o departamentos homogéneos, pero incluso ahí, todos los que están en capacitación permanecen inmediatamente conectados a una célula.

De cualquier manera, el principio se mantiene: la claridad le gana a la ambigüedad. Un programa de liderazgo con un inicio definido, un final definido y una estrecha conexión con la estructura celular producirá líderes. Un programa general sin meta final producirá, en su mayoría, desistimientos.

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Joel Comiskey is founder of JCG Resources and author of many books

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