By Rob Campbell, Executive Director, Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)
Coaching is not a modern invention borrowed from the business world and imported into ministry. It runs through the whole of Scripture. Jethro watches Moses collapse under the weight of solving every dispute alone and offers a structure that saves him: delegate, train others, multiply capacity (Exodus 18). Elijah does not simply hand Elisha a title—he pours a mantle over him, then spends years walking beside him before releasing him into his own calling (1 Kings 19, 2 Kings 2). Paul does not plant a church and leave. He returns to Barnabas, invests in him, sends him ahead, writes to him, corrects him, and trusts him with Gentile mission before either man is famous for it (Acts 9, 11, 13). And when Christ ascends, He does not leave His followers with a manual. He sends the Holy Spirit—Parakletos, the one called alongside—to guide, strengthen, and correct in real time (John 14:26). Coaching, in other words, is God’s own pattern for raising leaders.
Jim Egli’s doctoral research tested that pattern against the evidence. Surveying 3,000 small group leaders across 20 countries, Egli set out to isolate what produces a healthy, multiplying leadership system. He tested training models, resources, personality, tenure, church size—every variable a strategist could name. One factor outperformed them all: quality coaching. Egli’s conclusion was direct—coaching of small group leaders was the single most important factor in building a successful system. Not curriculum. Not charisma. Coaching.
That finding should not surprise anyone who has read Exodus 18 or Acts 13, but it should convict every ministry that still treats leadership development as a one-time training event rather than an ongoing relationship. Moses did not need one seminar from Jethro; he needed a structure of people walking alongside people. Elisha did not become Elijah’s successor by attending a conference; he followed him, watched him, and asked for a double portion of what he had seen modeled. If God’s method for raising leaders—from the wilderness to the early church to the indwelling Spirit—is relational, ongoing coaching, then any leadership pipeline worth building must be designed the same way. The question for every pastor, every ministry, every Transformational Leadership Training class is not whether we trained someone once. It’s whether someone is still walking beside them.
Korean blog (click here)
Portuguese blog:
A Estratégia de Liderança Mais Antiga que Existe
por Rob Campbell, Diretor Executivo da Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)
A supervisão não é uma invenção moderna tomada emprestada do mundo corporativo e trazida para o ministério. Ele permeia toda a Escritura. Jetro observa Moisés sucumbir sob o peso de resolver sozinho todas as disputas e lhe oferece uma estrutura que o salva: delegar, treinar outros e multiplicar a capacidade (Êxodo 18). Elias não entrega simplesmente um título a Eliseu — ele lança sua capa sobre ele e passa anos caminhando ao seu lado antes de enviá-lo para cumprir seu próprio chamado (1 Reis 19, 2 Reis 2). Paulo não planta uma igreja e vai embora. Ele retorna a Barnabé, investe nele, envia-o à frente, escreve-lhe, corrige-o e confia-lhe a missão aos gentios antes mesmo de qualquer um deles ser famoso por isso (Atos 9, 11, 13). E, quando Cristo ascende aos céus, Ele não deixa aos Seus seguidores um manual. Ele envia o Espírito Santo — o Parakletos, aquele chamado para caminhar ao lado — para guiar, fortalecer e corrigir em tempo real (João 14:26). A supervisão, em outras palavras, é o próprio modelo de Deus para levantar líderes.
A pesquisa de doutorado de Jim Egli confrontou esse modelo com as evidências. Ao pesquisar 3.000 líderes de pequenos grupos em 20 países, Egli buscou identificar o que gera um sistema de liderança saudável e multiplicador. Ele testou modelos de treinamento, recursos, personalidade, tempo de atuação, tamanho da igreja — todas as variáveis que um estrategista poderia listar. Um fator superou todos os outros: a supervisão de qualidade. A conclusão de Egli foi direta: a supervisão de líderes de pequenos grupos era o fator mais importante para a construção de um sistema bem-sucedido. Não o currículo. Não o carisma. A supervisão.
Essa descoberta não deve surpreender ninguém que tenha lido Êxodo 18 ou Atos 13, mas deve confrontar todo ministério que ainda trata o desenvolvimento de liderança como um evento de treinamento pontual, em vez de um relacionamento contínuo. Moisés não precisava de um seminário ministrado por Jetro; ele precisava de uma estrutura de pessoas caminhando ao lado de pessoas. Eliseu não se tornou sucessor de Elias por participar de uma conferência; Ele o seguiu, observou-o e pediu uma porção dobrada daquilo que vira ser exemplificado. Se o próprio método de Deus para levantar líderes — do deserto à igreja primitiva e à habitação do Espírito — baseia-se em relacionamentos e no acompanhamento contínuo, então qualquer processo de formação de líderes que valha a pena construir deve ser estruturado da mesma maneira. A questão para todo pastor, todo ministério e toda turma de treinamento em Liderança Transformacional não é se treinamos alguém uma única vez, mas sim se ainda há alguém caminhando ao lado dessa pessoa.
Spanish blog:
La Estrategia de Liderazgo Más Antigua que Existe
por Rob Campbell, Director Ejecutivo de Africa Renewal Ministries (www.africarenewal.org)
La supervisión no es una invención moderna tomada prestada del mundo empresarial e introducida en el ministerio. Está presente a lo largo de toda la Escritura. Jetro observa cómo Moisés sucumbe bajo el peso de resolver por sí solo todas las disputas y le ofrece una estructura que lo salva: delegar, capacitar a otros y multiplicar la capacidad (Éxodo 18). Elías no se limita a entregar un título a Eliseo; echa su manto sobre él y pasa años caminando a su lado antes de enviarlo a cumplir su propio llamado (1 Reyes 19; 2 Reyes 2). Pablo no planta una iglesia y luego se marcha. Regresa a Bernabé, invierte en él, lo envía por delante, le escribe, lo corrige y le confía la misión a los gentiles antes de que cualquiera de ellos llegara a ser conocido por ello (Hechos 9, 11, 13). Y cuando Cristo asciende al cielo, no deja a sus seguidores un manual. Envía al Espíritu Santo —el Parakletos, aquel llamado a caminar al lado— para guiar, fortalecer y corregir en tiempo real (Juan 14:26). La supervisión, en otras palabras, es el modelo mismo de Dios para levantar líderes.
La investigación doctoral de Jim Egli confrontó este modelo con la evidencia. Al estudiar a 3.000 líderes de grupos pequeños en 20 países, Egli buscó identificar qué produce un sistema de liderazgo saludable y multiplicador. Examinó modelos de capacitación, recursos, personalidad, tiempo de servicio, tamaño de la iglesia: todas las variables que un estratega podría enumerar. Un factor superó a todos los demás: la supervisión de calidad. La conclusión de Egli fue directa: la supervisión de los líderes de grupos pequeños era el factor más importante para construir un sistema exitoso. No el currículo. No el carisma. La supervisión.
Este descubrimiento no debería sorprender a nadie que haya leído Éxodo 18 o Hechos 13, pero sí debería confrontar a todo ministerio que todavía trata el desarrollo del liderazgo como un evento puntual de capacitación, en lugar de una relación continua. Moisés no necesitaba un seminario impartido por Jetro; necesitaba una estructura de personas caminando al lado de otras personas. Eliseo no se convirtió en sucesor de Elías por asistir a una conferencia; lo siguió, lo observó y pidió una doble porción de aquello que había visto ejemplificado. Si el propio método de Dios para levantar líderes —desde el desierto hasta la iglesia primitiva y la presencia del Espíritu— se basa en las relaciones y el acompañamiento continuo, entonces cualquier proceso de formación de líderes que valga la pena desarrollar debe estructurarse de la misma manera. La pregunta para todo pastor, todo ministerio y toda clase de capacitación en Liderazgo Transformacional no es si capacitamos a alguien una sola vez, sino si todavía hay alguien caminando al lado de esa persona.
0 Comments