Coaching isn’t Telling

by | Sep 14, 2026 | Coaching in the Cell Church | 0 comments

by Steve Cordle, Executive Director, The River Network International (trni.org)

If you watch a coach of a sports team, you might get the idea that coaching is telling others what to do. Maybe even screaming at people. That’s what we see athletic coaches do, after all.

However, telling isn’t how we coach others in ministry. When you tell someone what to do, you might feel like you have communicated, but you probably haven’t. You may have spoken, but they likely haven’t heard. When we give people unsolicited advice, it generally just bounces off of them rather than sinking in.

To coach people so they’re receptive, ask questions.

Dave Ferguson teaches his leaders to use the following questions when coaching others:

1. How are you?

     Relationship before task. This is vital. If we jump directly to the ministry reports, we can unwittingly communicate to them that they are just ministry producers rather than friends, fellow disciples, and valued for who they are, not just what they do.

2. What are you celebrating?

           When people share specific wins, they become encouraged. They are reminded that God has been at work. As a coach, your main role here is to smile big and clap. Give them a “high five.”

3. What challenge are you facing?

           Ministry isn’t simple, so you will usually face an issue.

4. What are you doing or thinking about how to handle that?

Rather than jumping in and telling them what to do, wait to hear their ideas. They may have already been doing what you would have suggested, in which case you’ll need to brainstorm other approaches. Often, they know what to do; they need confirmation to go ahead.

5. How can I help?

           Don’t offer unsolicited suggestions. If they ask you here what you think, or how you would handle it, they will be much more likely to do it.

6. How can I pray for you?

           Then do it.

Coaching through questions lets the other person set the agenda and see you as a partner, not a boss.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Supervisão Não é Dizer o Que Fazer
por Steve Cordle, Diretor Executivo da The River Network International (trni.org)

Ao observar o técnico de uma equipe esportiva, você pode ficar com a impressão de que supervisão significa dizer aos outros o que fazer. Talvez até gritar com as pessoas. Afinal, é isso que vemos os treinadores esportivos fazerem.

No entanto, dizer o que fazer não é a forma como exercemos a supervisão no ministério. Quando você diz a alguém o que fazer, pode parecer que houve comunicação, mas provavelmente não houve. Você pode ter falado, mas é provável que a pessoa não tenha realmente ouvido. Quando damos conselhos não solicitados, eles geralmente não são assimilados; simplesmente não surtem efeito.

Para fazer supervisão de forma que as pessoas sejam receptivas, faça perguntas.

Dave Ferguson ensina seus líderes a utilizar as seguintes perguntas ao fazer a supervisão com outras pessoas:

1. Como você está?
Relacionamento antes da tarefa. Isso é vital. Se passarmos diretamente para os relatórios do ministério, podemos transmitir, sem querer, a ideia de que eles são apenas produtores de ministério, e não amigos ou companheiros discípulos — pessoas valorizadas por quem são, e não apenas pelo que fazem.

2. O que você está celebrando?
Quando as pessoas compartilham conquistas específicas, sentem-se encorajadas. Elas são lembradas de que Deus tem agido. Como supervisor, seu papel principal aqui é abrir um grande sorriso e aplaudir. Faça um “toca aqui” com elas.

3. Que desafio você está enfrentando?
O ministério não é simples; portanto, geralmente haverá algum problema a ser enfrentado.

4. O que você está fazendo ou pensando em fazer para lidar com isso?
Em vez de intervir imediatamente dizendo o que fazer, aguarde para ouvir as ideias delas. Pode ser que já estejam fazendo exatamente o que você sugeriria; nesse caso, será preciso pensar em outras abordagens. Muitas vezes, elas sabem o que fazer, mas precisam de confirmação para seguir em frente.

5. Como posso ajudar?
Não ofereça sugestões não solicitadas. Se elas perguntarem o que você pensa ou como você lidaria com a situação, estarão muito mais propensas a seguir sua orientação.

6. Como posso orar por você?
E então, ore.

Fazer supervisão por meio de perguntas permite que a outra pessoa defina a pauta e veja você como um parceiro, não como um chefe.

Spanish blog:

Coaching no es decirle a otros qué hacer

Por Steve Cordle, Director Ejecutivo de The River Network International (trni.org)

Si observas al entrenador de un equipo deportivo, podrías llegar a pensar que hacer coaching consiste en decirles a los demás lo que deben hacer. Quizás incluso en gritarles. Después de todo, eso es lo que vemos hacer a muchos entrenadores deportivos.

Sin embargo, decirle a alguien lo que debe hacer no es la manera en que hacemos coaching a otros en el ministerio. Cuando le dices a alguien qué hacer, puedes sentir que te has comunicado, pero probablemente no sea así. Puede que hayas hablado, pero es muy posible que la persona no te haya escuchado realmente. Cuando damos consejos que nadie nos ha pedido, generalmente rebotan en la persona en lugar de penetrar en su corazón.

Para hacer coaching de manera que las personas sean receptivas, haz preguntas.

Dave Ferguson enseña a sus líderes a utilizar las siguientes preguntas cuando hacen coaching a otros:

1. ¿Cómo estás?

La relación viene antes que la tarea. Esto es vital. Si pasamos directamente a los informes del ministerio, podemos comunicar, sin querer, que las personas son simplemente productoras de resultados ministeriales, en lugar de amigos y compañeros discípulos, valorados por quienes son y no solo por lo que hacen.

2. ¿Qué estás celebrando?

Cuando las personas comparten victorias específicas, se sienten motivadas. Recuerdan que Dios ha estado obrando. Como coach, tu principal función aquí es sonreír ampliamente y aplaudir. ¡Celebra con ellos!

3. ¿Qué desafío estás enfrentando?

El ministerio no es sencillo, así que normalmente habrá algún desafío que enfrentar.

4. ¿Qué estás haciendo o qué estás pensando hacer para enfrentarlo?

En lugar de intervenir de inmediato y decirles qué deben hacer, espera y escucha sus ideas. Quizás ya estén haciendo lo que tú les habrías sugerido, en cuyo caso será necesario pensar juntos en otros enfoques. Muchas veces ya saben lo que deben hacer; simplemente necesitan confirmación para seguir adelante.

5. ¿Cómo puedo ayudarte?

No ofrezcas sugerencias que no te hayan pedido. Si en este momento te preguntan qué piensas o cómo manejarías tú la situación, será mucho más probable que tomen en cuenta tu consejo.

6. ¿Cómo puedo orar por ti?

Y luego, ora por esa persona.

Hacer coaching mediante preguntas permite que la otra persona establezca la agenda y te vea como un compañero, no como un jefe.

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Steve Cordle

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Founding pastor of Crossroads and executive director of The River Network International (trni.org)

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