Ebbs, Flows, and the Sacred Trust of Confidentiality

by | Sep 22, 2026 | Coaching in the Cell Church | 0 comments

By Joel Comiskey, You Can Coach – Joel Comiskey Group

Picture a rushing brook feeding into a quiet pond. Some seasons of coaching move like that brook — intense, fast, full of breakthroughs. Other seasons feel like the still pond, where nothing seems to be happening even though the coach keeps showing up and running the same plays.

Some weeks will bring illumination; others will feel like nothing gels. Changes tend to arrive in spurts, not a steady drip. I once wrote in my journal about a pastor I was coaching: “I’ve been on a high right after we hit the cell goal, but now, only four months later, I’m on a low. Several key leaders have left, and the pastor is discouraged.”

That’s the natural ebb and flow of cell ministry. On the weeks when insight abounds, a coach might work double time, building momentum for the leaner weeks ahead. Still, a coach has to stay alert — some ebbs are simply part of the process, but others are a signal that something in the coaching itself needs adjusting.

Confidentiality

A key part of the friendship journey is trust — the coachee must know that whatever he shares stays between the two of you. Be crystal clear about this up front. Remember: your coachee is sharing his soul with you, opening a vulnerable part of himself. A coach must treat confidential information as sacred and never pass it along casually, whether it came from the coachee or from someone else.

As Leader as Coach puts it, the temptation to build closeness by sharing insider information or criticizing others can feel rewarding in the moment — but it ultimately teaches people that their own vulnerabilities aren’t safe with you either.

When I reference another church’s experience to encourage someone, I keep it positive and general, without specifics. That way, the person I’m coaching knows I’ll honor him the same way in front of others. Even in hard seasons, a coach never speaks badly about someone else — because, as Stephen Covey observed, anyone listening to gossip quietly wonders if they’re next.

Practical Suggestions

  • Invite the leader into your home — your family, your dog, your ordinary life.
  • Go out for coffee together.
  • Open coaching calls by asking about family, the weather, or something personal.
  • Send a birthday card, a get-well note, or a spontaneous, funny letter.
  • Invite the leader to play sports or share some other normal life activity.
  • Pray for the person daily — it deepens the spiritual side of the friendship.

Everyone can be a friend. You probably already knew this. So start today — build a sincere, caring relationship with the people you coach. You’ll find, as I did, that this simple truth carries surprising power.

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Portuguese blog:

Altos, Baixos e o Compromisso Sagrado da Confidencialidade
por Joel Comiskey, Você Pode Ser Um Coach

Imagine um riacho agitado desaguando em um lago tranquilo. Algumas fases da supervisão fluem como esse riacho: intensas, rápidas e repletas de avanços significativos. Outras fases assemelham-se ao lago imóvel, onde nada parece acontecer, embora o supervisor continue presente e aplicando as mesmas estratégias.

Algumas semanas trazem revelações e clareza; em outras, parece que nada engrena. As mudanças tendem a ocorrer em surtos, e não em um fluxo constante. Certa vez, escrevi em meu diário sobre um pastor que eu estava acompanhando: “Eu estava eufórico logo após atingirmos a meta de células, mas agora, apenas quatro meses depois, estou desanimado. Vários líderes-chave partiram, e o pastor está desanimado”.

Esse é o fluxo natural — de altos e baixos — do ministério de células. Nas semanas em que surgem muitos *insights*, o supervisor pode trabalhar em ritmo acelerado, criando impulso para as semanas mais paradas que virão. Ainda assim, o supervisor precisa estar atento: alguns momentos de baixa fazem parte do processo, mas outros sinalizam que algo na própria supervisão precisa de ajustes.

Confidencialidade
Um elemento fundamental na jornada de amizade é a confiança: o liderado precisa saber que tudo o que compartilha permanecerá apenas entre vocês dois. Deixe isso muito claro desde o início. Lembre-se: seu liderado está compartilhando a alma com você, expondo uma parte vulnerável de si mesmo. O supervisor deve tratar as informações confidenciais como algo sagrado e jamais repassá-las casualmente, seja qual for a origem da informação.

Como aponta o conceito de Você Pode Ser Um Coach, a tentação de criar proximidade compartilhando informações privilegiadas ou criticando outras pessoas pode parecer gratificante no momento, mas, no fim das contas, ensina às pessoas que as vulnerabilidades delas também não estarão seguras com você.

Quando menciono a experiência de outra igreja para encorajar alguém, mantenho o relato positivo e genérico, sem detalhes específicos. Dessa forma, a pessoa que estou acompanhando sabe que eu a respeitarei da mesma maneira diante dos outros. Mesmo em fases difíceis, o supervisor nunca fala mal de ninguém, pois, como observou Stephen Covey, quem ouve uma fofoca sempre se pergunta, em silêncio, se será a próxima vítima.

Sugestões práticas

  • Convide o líder para ir à sua casa — apresente sua família, seu cachorro e mostre sua vida cotidiana. Saiam para tomar um café juntos.
  • Comece as sessões de supervisão perguntando sobre a família, o clima ou algo pessoal.
  • Envie um cartão de aniversário, uma mensagem de melhoras ou uma carta espontânea e divertida.
  • Convide o líder para praticar esportes ou compartilhar alguma outra atividade do dia a dia.
  • Ore pela pessoa diariamente — isso aprofunda a dimensão espiritual da amizade.

Qualquer pessoa pode ser amiga. Você provavelmente já sabia disso. Então, comece hoje mesmo: construa um relacionamento sincero e atencioso com as pessoas que você orienta. Você descobrirá, assim como eu, que essa verdade simples tem um poder surpreendente.

Spanish blog:

Altibajos y la sagrada confianza de la confidencialidad

Por Joel Comiskey, Usted Puede Entrenar

Imagina un arroyo caudaloso que desemboca en un estanque tranquilo. Algunas temporadas como entrenador son como ese arroyo: intensas, rápidas y llenas de avances. Otras temporadas se sienten como un estanque en calma, donde parece que no pasa nada, aunque el entrenador siga apareciendo y repitiendo las mismas jugadas.

Algunas semanas traerán claridad; otras parecerán que nada funciona. Los cambios suelen llegar a rachas, no de forma gradual. Una vez escribí en mi diario sobre un pastor a quien estaba asesorando: “Estaba eufórico justo después de alcanzar el objetivo de células, pero ahora, solo cuatro meses después, estoy desanimado. Varios líderes clave se han marchado y el pastor está desalentado”.

Esos son los altibajos naturales del ministerio celular. En las semanas de mayor inspiración, un mentor podría trabajar intensamente, generando impulso para las semanas más difíciles que se avecinan. Aun así, debe mantenerse alerta: algunos altibajos son simplemente parte del proceso, pero otros indican que algo en el propio acompañamiento necesita ajustarse.

Confidencialidad

Una parte fundamental de la amistad es la confianza: quien recibe el mentoreo debe saber que todo lo que comparte se queda entre ustedes dos. Deja esto bien claro desde el principio. Recuerda: quien recibe el mentoreo te está compartiendo su alma, abriendo una parte vulnerable de sí mismo. Un entrenador/supervisor debe tratar la información confidencial como algo sagrado y nunca divulgarla a la ligera, ya sea que provenga del líder o de otra persona.

Como bien dice Líder como Entrenador, la tentación de crear cercanía compartiendo información privilegiada o criticando a los demás puede resultar gratificante en el momento, pero en última instancia, enseña a las personas que sus propias vulnerabilidades tampoco están a salvo contigo.

Cuando comparto la experiencia de otra iglesia para animar a alguien, lo hago de forma positiva y general, sin entrar en detalles. Así, la persona a la que estoy guiando sabe que la honraré de la misma manera ante los demás. Incluso en momentos difíciles, un mentor nunca habla mal de nadie, porque, como observó Stephen Covey, cualquiera que escuche chismes se pregunta en silencio si le tocará a él.

Sugerencias prácticas

– Invita al líder a tu hogar: a tu familia, a tu perro, a tu vida cotidiana.

– Salgan a tomar un café juntos.

– Inicia las sesiones de entrenamiento preguntando sobre la familia, el clima o algún tema personal.

– Envía una tarjeta de cumpleaños, una nota de pronta recuperación o una carta espontánea y divertida.

– Invita al líder a practicar algún deporte o a compartir alguna otra actividad cotidiana.

– Ora diariamente por esa persona; esto profundiza el aspecto espiritual de la amistad.

Todos podemos ser amigos. Probablemente ya lo sabías. Así que empieza hoy mismo: cultiva una relación sincera y afectuosa con las personas a las que entrenas. Descubrirás, como yo, que esta sencilla verdad tiene un poder sorprendente.

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Joel Comiskey, Ph.D., founder of JCG Resources

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