Ministries or Programs? Finding Peace in the Cell Church

by | Oct 11, 2026 | Integration | 0 comments

By Joel Comiskey, Making Cell Groups Work

Years ago, on an email forum called cellchurchtalk, my friend Rick Diefenderfer declared with godly fervor that a pure cell church has no programs. None, nada, nothing. No choir, no Sunday school, no new believer’s class, not even an equipping track.

I admired his passion. Rick understood something vital: anything that competes with the cells will slowly drain their life.

Still, I found myself wondering. Must we cut out everything? Or can ministries live peacefully alongside the cells?

The answer begins with a word. Ministry comes from the Greek diakonia, the root of our word “deacon.” It speaks of humble service to others. A program, on the other hand, tends to take on a life of its own and exists mainly to keep itself going. Ministries serve and strengthen both cell and celebration. Programs pull attention away from cell life and compete for people’s time.

As I’ve visited growing cell churches around the world, I’ve noticed that they all have ministries: worship, teaching in the equipping track, missions, and social outreach. These ministries don’t compete with the cells. They strengthen both wings of the church.

So the real question isn’t whether ministries are allowed. It’s whether we will keep them from turning into programs. I believe the key word is integration.

I see four ways churches approach it:

  1. Non-integration. Cells are just one option among many programs. Some people attend a cell, and others serve elsewhere. No one tries to connect the two.
  2. Faulty integration. Every group is called a cell, whether it’s the choir, the board, or the Sunday school class. The motive is noble, but the definition is wrong. People believe they’ve experienced cell life when they’ve only experienced a programmatic small group.
  3. Cell member integration. Everyone must faithfully attend a cell before serving in another ministry. Works and Mission Baptist Church in Ivory Coast follows this model, as does Love Alive Church in Honduras.
  4. Cell leader integration. Those serving in official ministries are either leading a cell or preparing to lead one through the equipping track. The International Charismatic Mission in Bogotá practices this model.

Most cell churches choose the third option, although a few practice the fourth. Cell member integration keeps the cell at the heart of church life while giving people room to serve according to their gifts. It is also the option I often recommend to churches just beginning their transition. Cell leader integration raises the bar even higher by inviting everyone to see cell leadership as the natural fruit of a maturing disciple.

I encourage you to keep three things in mind. First, the integration decision must come from the top leadership, bathed in prayer. Second, if you’re transitioning, don’t require full integration on day one. Start with a prototype cell, multiply it, and build from there. Third, don’t add ministries just to look like the church down the street.

Add only what serves the cells and the celebration. When you do, ministries and cells won’t compete. They will work together to build up the body of Christ.

Korean blog (Click here)

Portuguese blog:

Ministérios ou Programas? Encontrando Harmonia na Igreja em Células
por Joel Comiskey, Fazer Discípulos na Igreja do Século 21

Anos atrás, em um fórum de discussão por e-mail chamado cellchurchtalk, meu amigo Rick Diefenderfer declarou, com fervor piedoso, que uma igreja em células genuína não possui programas. Nenhum, nada, absolutamente nada. Sem coral, sem escola dominical, sem classe para novos convertidos, nem mesmo uma trilha de capacitação.

Eu admirava a paixão dele. Rick compreendia algo vital: qualquer coisa que compita com as células drenará lentamente a vida delas.

Ainda assim, eu me questionava. Precisamos eliminar tudo? Ou será que os ministérios podem coexistir pacificamente com as células?

A resposta começa com uma palavra. Ministériovem do grego diakonia, a raiz da nossa palavra “diácono”. Refere-se ao serviço humilde aos outros. Um programa, por outro lado, tende a ganhar vida própria e existe principalmente para manter a si mesmo em funcionamento. Ministérios servem e fortalecem tanto a célula quanto a celebração. Programas desviam a atenção da vida em célula e competem pelo tempo das pessoas.

Ao visitar igrejas em células em crescimento ao redor do mundo, notei que todas elas possuem ministérios: adoração, ensino na trilha de capacitação, missões e ação social. Esses ministérios não competem com as células; eles fortalecem ambas as vertentes da igreja.

Portanto, a verdadeira questão não é se os ministérios são permitidos, mas sim se conseguiremos evitar que se transformem em programas. Acredito que a palavra-chave seja integração.

Vejo quatro maneiras pelas quais as igrejas abordam isso:

  • Ausência de integração. As células são apenas uma opção entre muitos programas. Algumas pessoas participam de uma célula, enquanto outras servem em outras áreas. Ninguém tenta conectar as duas coisas.
  • Integração equivocada. Todo grupo é chamado de célula, seja o coral, a diretoria ou a turma da escola dominical. A intenção é nobre, mas a definição está errada. As pessoas acreditam ter vivenciado a vida em célula quando, na verdade, participaram apenas de um pequeno grupo programático.
  • Integração baseada na participação na célula. Todos devem frequentar fielmente uma célula antes de servir em outro ministério. A Igreja Batista Obra e Missão, na Costa do Marfim, segue esse modelo, assim como a Igreja Amor Vivo, em Honduras. 
  • Integração de líderes de célula. Aqueles que servem em ministérios oficiais estão liderando uma célula ou preparando-se para liderar uma por meio da trilha de capacitação. A Missão Carismática Internacional, em Bogotá, adota esse modelo.

A maioria das igrejas em células opta pela terceira alternativa, embora algumas pratiquem a quarta. A integração dos membros das células mantém a célula no coração da vida da igreja, ao mesmo tempo que oferece espaço para que as pessoas sirvam de acordo com seus dons. É também a opção que costumo recomendar a igrejas que estão iniciando sua transição. A integração de líderes de célula eleva ainda mais o padrão, convidando todos a encarar a liderança de células como o fruto natural de um discípulo em amadurecimento.

Incentivo você a ter três coisas em mente. Primeiro, a decisão sobre a integração deve partir da liderança principal, em um clima de oração. Segundo, se você está passando por uma transição, não exija integração total logo de início. Comece com uma célula-piloto, multiplique-a e desenvolva o processo a partir daí. Terceiro, não acrescente ministérios apenas para se parecer com a igreja da vizinhança.

Adicione apenas o que sirva às células e à celebração. Ao fazer isso, ministérios e células não competirão entre si; eles trabalharão juntos para edificar o corpo de Cristo.

Spanish blog:

¿Ministerios o programas? Encontrando la paz en la iglesia celular.

Por Joel Comiskey, Cómo hacer funcionar los grupos celulares

Hace años, en un foro de correo electrónico llamado cellchurchtalk , mi amigo Rick Diefenderfer declaró con fervor piadoso que una iglesia celular pura no tiene programas. Ninguno, nada de nada. Ni coro, ni escuela dominical, ni clase para nuevos creyentes, ni siquiera un programa de capacitación.

Admiraba su pasión. Rick comprendía algo vital: cualquier cosa que compita con las células les agotará la vida poco a poco.

Aun así, me preguntaba: ¿Debemos eliminarlo todo? ¿O pueden los ministerios coexistir pacíficamente con las células?

La respuesta comienza con una palabra. Ministerio proviene del griego diakonia , raíz de nuestra palabra “diácono”. Habla de un servicio humilde a los demás. Un programa , en cambio, tiende a adquirir vida propia y existe principalmente para mantenerse. Los ministerios sirven y fortalecen tanto a la célula como a la celebración. Los programas desvían la atención de la vida de la célula y compiten por el tiempo de las personas.

Al visitar iglesias celulares en crecimiento alrededor del mundo, he notado que todas tienen ministerios: alabanza, enseñanza para la capacitación, misiones y servicio social. Estos ministerios no compiten con las células, sino que fortalecen ambas áreas de la iglesia.

Así pues, la verdadera cuestión no es si se permiten los ministerios, sino si evitaremos que se conviertan en programas. Creo que la palabra clave es integración .

Veo cuatro maneras en que las iglesias abordan este tema:

1. No integración. Las células son solo una opción entre muchos programas. Algunas personas asisten a una célula y otras prestan servicio en otros lugares. Nadie intenta conectar ambas actividades.

2. Integración deficiente. A cada grupo se le llama célula, ya sea el coro, la junta directiva o la clase de catecismo. La intención es noble, pero la definición es errónea. La gente cree haber experimentado la vida en una célula cuando solo ha participado en un grupo pequeño con un programa específico.

3. Integración de los miembros de la célula. Todos deben asistir fielmente a una célula antes de servir en otro ministerio. La Iglesia Bautista Obras y Misiones en Costa de Marfil sigue este modelo, al igual que la Iglesia Amor Vivo en Honduras.

4.Integración de líderes de células. Quienes sirven en ministerios oficiales lideran una célula o se preparan para liderarla a través del programa de capacitación. La Misión Carismática Internacional en Bogotá practica este modelo.

La mayoría de las iglesias celulares optan por la tercera opción, aunque algunas practican la cuarta. La integración de los miembros de la célula mantiene a la célula en el centro de la vida de la iglesia, a la vez que brinda a las personas la oportunidad de servir según sus dones. También es la opción que suelo recomendar a las iglesias que recién comienzan su transición. La integración del líder de célula eleva aún más el nivel al invitar a todos a ver el liderazgo de célula como el fruto natural de un discípulo maduro.

Les animo a tener en cuenta tres cosas. Primero, la decisión de integración debe provenir del liderazgo superior, tras un periodo de oración. Segundo, si están en transición, no exijan una integración completa desde el primer día. Comiencen con una célula prototipo, multiplíquenla y desarrollen a partir de ahí. Tercero, no añadan ministerios solo para parecerse a la iglesia de la calle de al lado.

Añade solo lo que sea útil para las células y la celebración. De esta manera, los ministerios y las células no competirán entre sí, sino que trabajarán juntos para edificar el cuerpo de Cristo.

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Joel Comiskey, Ph.D., founder of JCG Resources

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