By Lorna Jenkins, Shouting in the Temple
Jesus warned us to be careful about how we treat children, because the way we treat them is the way we treat him. “Whoever welcomes one such child in my name welcomes me,” he said (Matthew 18:5).
Jesus has chosen to be on their side. He identifies with them, as he always does with those who are dependent and have no voice. Perhaps he feels most at home in the back hall where the children are playing.
When children come into our churches, we want to change them. Our attitudes say, “All we ask while you are here is that you keep quiet. You don’t have to listen, pay attention, or take part. One day, once you can understand what the preacher says and behave exactly like us, you can be one of us.”
But Jesus said, “Unless you change and become like little children, you will never enter the kingdom of heaven” (Matthew 18:3). To many adults this sounds strange. Does it mean we should play with toys and act childish? Should we fight with each other and throw tantrums?
Jesus was not talking about behavior. He was talking about status. The disciples had asked him, “Who, then, is the greatest in the kingdom of heaven?” (Matthew 18:1). In response, Jesus placed a child among them as an illustration of the kingdom and said, “Whoever takes the lowly position of this child is the greatest in the kingdom of heaven” (Matthew 18:4).
I believe this was symbolic. Children belong in the midst of God’s family, not around the edges. They should live under the protection of their parents and their spiritual community. They should be visible to the church, partly so that we cannot overlook them, and partly because they keep reminding us what the kingdom is like. Otherwise, we tend to forget the model and remold God’s kingdom into a worldly kingdom.
Children Model the Kingdom Relationship
Through the miracle we call the new birth, we enter a new relationship with God, one with family ties. We may grow older or wiser, more educated or even more spiritual, but our relationship with God stays the same: we are children, and he is Father. Once we accept our status in the kingdom as children, we are the greatest, along with everyone else. That is the only status.
We need to treat God as Father. Little children trust a good father. He cares for them and provides for their needs, and they give him their love and obedience. God asks only two things of children: to honor their parents and to obey them. As Paul writes, “Children, obey your parents in the Lord, for this is right. ‘Honor your father and mother'” (Ephesians 6:1–2). In the kingdom, we all have the same two responsibilities: to honor our Father God and to obey him.
The kingdom has no second-class citizens. Children do not become citizens when they grow up. They are citizens now, with rights and responsibilities. As their parents and their spiritual family, our task is to help them learn the kingdom lifestyle while they are still children.
After all, the kingdom of heaven belongs to them. Jesus said, “Let the little children come to me, and do not hinder them, for the kingdom of heaven belongs to such as these” (Matthew 19:14). They have not earned it or worked for it. They have inherited it as their birthright, because this is what God planned. He doesn’t value them only as future leaders. He enjoys them and wants them in his kingdom now. He loves to hear their praise, just as we love to hear our children say, “I love you, Daddy.” When the children shouted praises in the temple, Jesus reminded the indignant leaders, “From the lips of children and infants you, Lord, have called forth your praise” (Matthew 21:16). He calls them to serve him, and he trusts them with ministry we usually reserve for adults.
Many people think they need to entertain children at church, or the children won’t want to come. God has a better plan. He wants them to be full members of the family, sharing the fun and helping with the responsibilities. In his eyes, their lives hold endless possibilities for good.
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Jesus Está do Lado Deles
Por Lorna Jenkins, Shouting in the Temple (Gritando no Templo)
Jesus nos advertiu a ter cuidado com a forma como tratamos as crianças, pois a maneira como as tratamos é a mesma forma como o tratamos. “Quem recebe uma criança como esta, em meu nome, recebe a mim”, disse ele (Mateus 18:5).
Jesus escolheu estar do lado delas. Ele se identifica com elas, assim como sempre faz com aqueles que são dependentes e não têm voz. Talvez ele se sinta mais à vontade no fundo do salão, onde as crianças estão brincando.
Quando as crianças chegam às nossas igrejas, queremos mudá-las. Nossas atitudes dizem: “Tudo o que pedimos, enquanto vocês estiverem aqui, é que fiquem quietas. Não precisam ouvir, prestar atenção ou participar. Um dia, quando conseguirem entender o que o pregador diz e se comportarem exatamente como nós, poderão ser um de nós”.
Mas Jesus disse: “Se vocês não mudarem e não se tornarem como crianças, jamais entrarão no Reino dos Céus” (Mateus 18:3). Para muitos adultos, isso soa estranho. Será que isso significa que devemos brincar com brinquedos e agir de forma infantil? Devemos brigar uns com os outros e fazer birras?
Jesus não estava falando sobre comportamento. Ele estava falando sobre *status*. Os discípulos haviam lhe perguntado: “Quem é, então, o maior no Reino dos Céus?” (Mateus 18:1). Em resposta, Jesus colocou uma criança no meio deles como uma ilustração do Reino e disse: “Quem assume a posição humilde desta criança, esse é o maior no Reino dos Céus” (Mateus 18:4).
Acredito que isso seja simbólico. As crianças pertencem ao meio da família de Deus, e não às margens. Elas devem viver sob a proteção de seus pais e de sua comunidade espiritual. Devem estar visíveis para a igreja — em parte para que não possamos ignorá-las, e em parte porque elas nos lembram constantemente de como é o Reino. Caso contrário, tendemos a esquecer o modelo e acabamos remodelando o Reino de Deus à imagem de um reino mundano.
As Crianças Exemplificam o Relacionamento no Reino
Por meio do milagre que chamamos de novo nascimento, entramos em um novo relacionamento com Deus — um relacionamento com laços familiares. Podemos envelhecer ou nos tornar mais sábios, mais instruídos ou até mais espirituais, mas nosso relacionamento com Deus permanece o mesmo: somos filhos, e Ele é o Pai. Uma vez que aceitamos nossa condição de filhos no Reino, tornamo-nos os maiores — assim como todos os outros. Essa é a única condição existente.
Precisamos tratar Deus como Pai. Crianças pequenas confiam em um bom pai. Ele cuida delas e supre as suas necessidades, e elas, por sua vez, oferecem-lhe amor e obediência. Deus pede apenas duas coisas aos filhos: que honrem seus pais e que lhes obedeçam. Como escreve Paulo: “Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. ‘Honra teu pai e tua mãe'” (Efésios 6:1–2). No Reino, todos nós temos essas mesmas duas responsabilidades: honrar a Deus, nosso Pai, e obedecer-Lhe.
No Reino, não existem cidadãos de segunda classe. As crianças não se tornam cidadãs apenas quando crescem; elas já são cidadãs agora, com direitos e responsabilidades. Como pais e como família espiritual, nossa tarefa é ajudá-las a aprender o estilo de vida do Reino enquanto ainda são crianças.
Afinal, o Reino dos Céus pertence a elas. Jesus disse: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam, pois o Reino dos Céus pertence aos que são como elas” (Mateus 19:14). Elas não conquistaram o Reino nem trabalharam para obtê-lo; herdaram-no como um direito de nascimento, pois foi isso que Deus planejou. Ele não as valoriza apenas como futuras líderes; Ele tem prazer nelas e as quer em Seu Reino agora. Ele ama ouvir os seus louvores, assim como nós amamos ouvir nossos filhos dizerem: “Eu te amo, papai”. Quando as crianças gritavam louvores no templo, Jesus lembrou aos líderes indignados: “Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos suscitaste louvor” (Mateus 21:16). Ele as chama para servi-Lo e lhes confia um ministério que habitualmente reservamos apenas aos adultos. Muitas pessoas acham que precisam entreter as crianças na igreja, caso contrário, elas não vão querer vir. Deus tem um plano melhor. Ele quer que elas sejam membros plenos da família, participando dos momentos de alegria e ajudando com as responsabilidades. Aos olhos dEle, a vida delas guarda infinitas possibilidades para o bem.
Spanish blog:
Jesús está de su lado
Por Lorna Jenkins, Shouting in the Temple
Jesús nos advirtió que tuviéramos cuidado con la manera en que tratamos a los niños, porque la manera en que los tratamos a ellos es la manera en que lo tratamos a él. «Y el que recibe en mi nombre a un niño como este, me recibe a mí», dijo (Mateo 18:5).
Jesús ha decidido estar de su lado. Se identifica con ellos, como siempre lo hace con los que dependen de otros y no tienen voz. Quizás se siente más a gusto en el salón de atrás, donde los niños están jugando.
Cuando los niños entran en nuestras iglesias, queremos cambiarlos. Nuestras actitudes dicen: «Lo único que te pedimos mientras estés aquí es que te quedes callado. No tienes que escuchar, prestar atención ni participar. Algún día, cuando puedas entender lo que dice el predicador y comportarte exactamente como nosotros, podrás ser uno de nosotros».
Pero Jesús dijo: «Les aseguro que a menos que ustedes cambien y se vuelvan como niños, no entrarán en el reino de los cielos» (Mateo 18:3). A muchos adultos esto les suena extraño. ¿Significa que debemos jugar con juguetes y comportarnos de manera infantil? ¿Debemos pelear unos con otros y hacer berrinches?
Jesús no estaba hablando de comportamiento. Estaba hablando de posición. Los discípulos le habían preguntado: «¿Quién es el más importante en el reino de los cielos?» (Mateo 18:1). En respuesta, Jesús puso a un niño en medio de ellos como ilustración del reino y dijo: «Por tanto, el que se humilla como este niño será el más grande en el reino de los cielos» (Mateo 18:4).
Creo que esto fue simbólico. Los niños pertenecen al centro de la familia de Dios, no a las orillas. Deben vivir bajo la protección de sus padres y de su comunidad espiritual. Deben ser visibles para la iglesia, en parte para que no podamos pasarlos por alto, y en parte porque nos siguen recordando cómo es el reino. De lo contrario, tendemos a olvidar el modelo y a convertir el reino de Dios en un reino mundano.
Los niños modelan la relación del reino
Por medio del milagro que llamamos el nuevo nacimiento, entramos en una nueva relación con Dios, una relación con lazos de familia. Podemos llegar a ser mayores o más sabios, más preparados o incluso más espirituales, pero nuestra relación con Dios sigue siendo la misma: nosotros somos hijos y él es Padre. Cuando aceptamos nuestra posición en el reino como hijos, somos los más grandes, junto con todos los demás. Esa es la única posición que existe.
Necesitamos tratar a Dios como Padre. Los niños pequeños confían en un buen padre. Él los cuida y suple sus necesidades, y ellos le dan su amor y su obediencia. Dios les pide a los hijos solo dos cosas: honrar a sus padres y obedecerlos. Como escribe Pablo: «Hijos, obedezcan en el Señor a sus padres, porque esto es justo. “Honra a tu padre y a tu madre”» (Efesios 6:1–2). En el reino, todos tenemos las mismas dos responsabilidades: honrar a Dios nuestro Padre y obedecerle.
En el reino no hay ciudadanos de segunda clase. Los niños no se convierten en ciudadanos cuando crecen. Ya son ciudadanos ahora, con derechos y responsabilidades. Como sus padres y su familia espiritual, nuestra tarea es ayudarlos a aprender el estilo de vida del reino mientras todavía son niños.
Después de todo, el reino de los cielos les pertenece. Jesús dijo: «Dejen que los niños vengan a mí, y no se lo impidan, porque el reino de los cielos es de quienes son como ellos» (Mateo 19:14). No lo han ganado ni han trabajado por él. Lo han heredado como un derecho de nacimiento, porque así lo planeó Dios. Él no los valora solo como futuros líderes. Se goza en ellos y los quiere en su reino ahora. Le encanta escuchar su alabanza, así como a nosotros nos encanta escuchar a nuestros hijos decir: «Te quiero, papá». Cuando los niños gritaban alabanzas en el templo, Jesús les recordó a los líderes indignados: «En los labios de los pequeños y de los niños de pecho has puesto la perfecta alabanza» (Mateo 21:16). Él los llama a servirle y les confía ministerios que normalmente reservamos para los adultos.
Muchas personas piensan que necesitan entretener a los niños en la iglesia, o de lo contrario no querrán venir. Dios tiene un plan mejor. Él quiere que sean miembros plenos de la familia, que compartan la diversión y ayuden con las responsabilidades. A sus ojos, sus vidas encierran posibilidades infinitas para el bien.
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